Biblioteca CE 432 – SESI de Cotia – projeto “O Prazer de Ler”

Para relembrar e parabenizar! Dia do Bibliotecário.

Querido Oscar, da Biblioteca CE 432 – SESI de Cotia, parabéns pelo seu belo trabalho com as crianças/alunos junto à biblioteca. Precisamos de mais bibliotecários como você.
Abraços Dobrados Agradecidos.

[Biblioteca CE 432 – SESI de Cotia – projeto “O Prazer de Ler”]

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Hoje foi muito divertido conhecer os alunos, a professora Viviane, as diretoras, a Alexandra (SESI) e o querido Oscar da Biblioteca CE 432 – SESI de Cotia. Participei de um bate-papo, juntamente com uma minioficina de origamis (nível básico), do projeto “O Prazer de Ler”, voltado para os alunos do segundo ano do ensino fundamental. O Oscar tirou algumas fotos bem divertidas das crianças dobrando, depois ele irá me enviar. Foi um prazer poder dividir o pouco que sei sobre origamis e livros. Gostaria de agradecer aos alunos e à professora pelos lindos presentes e pelo carinho: um buquê de flores de origami, dois quadros feitos com colagem e origamis, e algumas dobraduras que as crianças fizeram na hora pra me presentear. Estão todos de parabéns, a escola e os alunos muito inteligentes e fofos (sempre dá vontade de trazer um pra casa, rs). A sementinha do origami foi plantada com o livro “Mãos Mágicas” e já gerou muitos frutos, fiquei imensamente feliz e emocionada. São essas atividades com encontros & momentos lúdicos que fazem valer a pena ser escritora e origamista, e perseverar.

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Hoje cedo postei um frase sobre abraços, e a vida me presenteou com muitos abraços sinceros e carinhosos das crianças.

Curiosidade: No Brasil, o Dia do Bibliotecário, foi instituído pelo Decreto nº 84.631, de 9 de abril de 1980[1], a ser comemorado em todo o território nacional a 12 de março, data do nascimento do bibliotecário, escritor e poeta, Manuel Bastos Tigre.

Engenheiro e bibliotecário por vocação Manuel Bastos Tigre, nasceu em 1882. Formou-se em Engenharia, e em 1906 resolveu fazer aperfeiçoamento em eletricidade, no Estados Unidos. Uma vez lá, conheceu o bibliotecário Melvil Dewey, que instituiu o Sistema de Classificação Decimal. Esse encontro foi decisivo na sua vida, porque, em 1915, aos 33 anos de idade, largou a engenharia para trabalhar com a biblioteconomia.

Considerado o primeiro bibliotecário concursado do Brasil, prestou concurso para ingressar no Museu Nacional do Rio de Janeiro como bibliotecário e assim se classificou em primeiro lugar, com o estudo sobre a Classificação Decimal. Transferido, em 1945, para a Biblioteca Nacional, ficou até 1947, assumindo depois a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil, na qual trabalhou, mesmo depois de aposentado, junto ao reitor da instituição.

Manuel Bastos Tigre trouxe grande contribuição social e cultural para o Brasil, por isso, a data de seu nascimento celebra o dia daqueles que comungam o mesmo objetivo: disseminar informação e conhecimento a fim promover o desenvolvimento cultural e social do país. Fonte: Wikipédia.

Abraços Dobrados Agradecidos e já Saudosos.

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Vídeo novo – Ateliê na TV

Queridxs!  Já está disponível o vídeo do programa de hoje com o passo-a-passo da Girafa, e divulgação dos meus livros infantis. Já são 3.845 visualizações. Viva.

Se puder prestigie e divulgue. Abraços Dobrados Agradecidos.


Quem não pode assistir pela Rede Vida, agora já está na internet.


É só acessar: http://www.atelienatv.com.br/tereza-yamashita-girafa-em-or…/

Arigatou, Abraços Dobrados e Mãos em Movimento!

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Queridxs Denise, Paulo, Cláudia, Luiz e Dotan!

Bom dia e Feliz Dia Internacional das Mulheres!
Adorei o programa de hoje! Parabéns pra toda a equipe do Ateliê na Tv. A edição, a filmagem, a ênfase nos livros e origamis ficaram ótimas. Muito obrigada pelo carinho, um lindo presente neste dia especial. Acho que ficou divertido e fofo, apesar de toda a minha timidez e inexperiência com as câmeras, rs. Obrigada pela divulgação do meu trabalho de origami e de literatura.
Denise, mandei um beijo ao vivo pra você, rs.
Muito obrigada mesmo pra toda a equipe da Filiperson, e por favor, mande um Abraço ReDobrado pro Paulo e um Abraço Especial pro seu Ricardo.
Abraços Dobrados Agradecidos e Felizes de Sampa.
Mãos em Movimento, e até o dia 19 de março.

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Na Rede Vida, às 10h50, os meus livros estarão no ar:

Bom dia e parabéns para todas as mulheres de todas as profissões com sua dupla jornada como mães, mães do coração, avós, tias, madrinhas e cuidadoras de crianças. Hoje, não percam!

“Poemanimais”, parcerias Filiperson e Instituto Funcadi, com a Giraflor e com o marcador de páginas, Monstrinho Devorador de Livros, e seus personagens bichinhos,
“Mãos Mágicas”, Sesi-SP Editora, com o danado do personagem, o macaquinho, que adora pipoca e
“Ganhei uma Menina!”, Editora Scipione, com o traquina do personagem Quiuí.

E, enfeitando o estúdio, o meu Carrossel de Minilivros e o meu livro Mandala Igualdade de Gênero. Ah, e o nosso querido amiguinho Filipinho que agora nos acompanha sempre.

Arigatou para a toda a equipe da Filiperson e do Ateliê na TV pelo incentivo ao meu trabalho de literatura e de Origami – a milenar arte da dobradura.

Abraços Dobrados Agradecidos e Mãos em Movimento!
Se não puderem assistir, depois o vídeo será disponibilizado no site: www.atelienatv.com.br.

Dia Internacional da Mulher

[ Dia Internacional da Mulher ]

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Novidade! Eu fui gravar um passo-a-passo (Giraflor) no Ateliê na TV para a parceria Filiperson, e foi uma grande surpresa, acabei participando do programa que será transmitido no dia 8 de março de 2017 Dia Internacional da Mulher. Homenagem para todas as mulheres que são arteiras como eu, rs.

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Abraços Dobrados Agradecidos, e o programa pode ser visto nos seguintes canais  (abaixo) e no site da própria do Ateliê na TV. Já são 3.845 visualizações! Viva.

O Ateliê na TV é exibido na Rede Vida, às 10:50, que pode ser acompanhado em sinal aberto em mais de 500 cidades pelo Brasil e nas operadoras: SKY – digital 368/analógico 162; CLARO – 17; TV OI – 16; VIVO – digital 229/analógico 04; ALGAR TELECOM – cabo SD 12 / cabo HD 312 / DTH 710; GVT – 243; NET – 193.

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O Ateliê na TV é exibido na Rede Brasil, das 18h30 às 19h00, de segunda à sexta.
A Rede Brasil pode ser acompanhada pelas seguintes operadoras: SKY – 175; VIVO – 237; GVT – 248; CTBC – 714; CLARO – 13 e OI TV – 1, por TV aberta pelos canais 50 e 10.1 (HD). Ou online pelo site: http://www.rbtv.com.br

Os programas também ficam disponíveis em no site: www.atelienatv.com.br.

Abaixo, algumas curiosidades sobre o nosso dia!

Mulheres Protestando – Di Cavalcanti, 1941

Para o Dia Internacional da Mulher eu encontrei esse artigo do José Renato Salatiel, que reproduzo abaixo. Achei muito legal! Para conhecermos um pouco mais sobre a história das mulheres e suas lutas. Uma pequena homenagem (flores de tsurus) ! Abraços Redobrados a todas as amigas e companheiras de letrinhas e artes.

Ah, temos (Luiz e eu) um livro infantil Dias Incríveis, pela Editora Callis. Dezesseis minicontos bem-humorados, com um texto ágil e contemporâneo, falam de situações engraçadas, fantasiosas ou até mesmo delicadas, que giram em torno de dezesseis datas festivas e históricas do calendário. No final do livro, o leitor encontra também informações e curiosidades sobre os dias que inspiraram a criação de cada história.

No livro, não escrevemos sobre o Dia Internacional da Mulher, mas temos o Dia das Mães, o Dia das Bruxas, o Dia do Trabalho, o Dia da Consciência Negra, o dia da Festa Junina, o Dia das Crianças e os dias das Férias, minicontos protagonizados por mulheres corajosas e divertidas! Confiram alguns contos, nos links acima.

Dia Internacional da Mulher – Um século de lutas pela emancipação feminina – José Renato Salatiel

Pode parecer estranho para as novas gerações o fato de que, no tempo de nossas bisavós, a maioria das mulheres não trabalhava fora de casa, não tinha acesso a métodos contraceptivos, não podia se divorciar e nem mesmo votar. Todas estas conquistas são frutos do movimento pelos direitos das mulheres, cujo primeiro Dia Internacional foi comemorado há 100 anos.
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No começo do século 20, as transformações sociais que acompanharam o avanço das sociedades industrializadas deixaram as mulheres em desvantagens em relação aos homens. Elas entravam no mercado de trabalho, mas não tinham os mesmos direitos trabalhistas.Nesta época, os primeiros movimentos feministas surgiram em meios aos partidos socialistas e sindicatos, nos Estados Unidos e no Reino Unido. As reivindicações eram, basicamente, trabalhistas e sociais. Até então, as mulheres eram tratadas como propriedades de seus maridos.Havia também as sufragistas, que faziam campanha pelo direito do voto feminino, aprovado pelos parlamentares ingleses em 1918 e, um ano depois, pelos americanos. No Brasil, as mulheres só tiveram direito ao voto a partir de 1932. O Dia Internacional da Mulher foi criado oficialmente em 1910, durante a Segunda Internacional, realizada por partidos socialistas em Copenhague, Dinamarca. No mesmo congresso foi instituído o 1º de Maio como Dia do Trabalho. No ano seguinte, ocorreram as primeiras manifestações na AlemanhaÁustria, Dinamarca e Suíça, em 19 de março. A partir de 1913, a data oficial passou a ser 8 de março, mantida até hoje.Em 25 de março de 1911, uma tragédia chamou atenção do mundo para as péssimas condições do trabalho feminino. Um incêndio numa fábrica de roupas femininas em Nova York matou 146 trabalhadores, sendo 30 homens. As vítimas eram imigrantes e, algumas, de apenas 12 anos de idade.Nos anos 1960 e 1970, a mudança nos costumes incorporou o movimento feminista ao cotidiano. O foco das lutas, neste período, era a igualdade de direitos. Ficaram famosos, nos Estados Unidos, os protestos que terminavam com a queima de sutiãs. Também na década de 1960 foi criada a pílula anticoncepcional, um avanço importante para a saúde feminina.

Violência

Atualmente, o Dia Internacional da Mulher comemora as conquistas de um século de reivindicações. O voto feminino é quase universal e as mulheres ocupam cargos antes exclusivos para homens, inclusive de lideranças políticas. A violência doméstica, que antes era considerada um assunto familiar (“Em briga de marido e mulher, quem é de fora não mete a colher”, diz o ditado popular), hoje conta com legislação específica em dois terços dos países.

Apesar disso, as mulheres continuam em desigualdade em relação aos homens. Elas ganham menos fazendo o mesmo trabalho (até 17%, segundo dados de 2008), têm menos representatividade política (em média, 18,4% no Legislativo, e apenas 17 cargos máximo do Executivo em 192 países) e menos acesso à educação – dois entre cada três analfabetos são do sexo feminino.

A violência contra a mulher ainda é rotineira em países pobres e no mundo mulçumano. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), até seis em cada dez mulheres sofrem violência física e/ou sexual durante a vida. A iraniana Sakineh Mohammadí Ahstiani se tornou símbolo dos direitos humanos depois de ser condenada a pena de morte por apedrejamento. A pena foi suspensa, mas ela continua presa.

Aborto

O movimento feminista ganhou força no Brasil nos anos 1970, em plena ditadura militar. Um caso marcante foi o assassinato da socialite Ângela Diniz pelo namorado, Doca Street, em 30 de dezembro de 1976.

No primeiro julgamento, em 1979, o réu foi inocentado por com a tese de legítima defesa da honra. Mas a pressão das feministas levou a um novo julgamento, no qual o assassino foi condenado a 15 anos de prisão.

Na segunda metade dos anos 1980 surgiram as delegacias especializadas, as primeiras da América Latina. Em 2006 foi criada a Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição por crimes de violência doméstica.

Hoje, uma das bandeiras do movimento feminista no Brasil é a descriminalização do aborto. Pelo menos 19 projetos sobre o assunto tramitam no Congresso. Porém, como o tema é polêmico, os parlamentares adiam ao máximo a discussão.

No campo da política, aliás, a disparidade persiste. A despeito da eleição da primeira presidente na história do país, a petista Dilma Rousseff, o Brasil ocupa o 108º lugar em relação à presença feminina nos parlamentos, num ranking de 188 nações feito pela União Interparlamentar.

Cem anos de luta pela emancipação trouxeram muitas conquistas – direito ao voto, divórcio, acesso à universidade e ao mercado de trabalho –, mas a realidade das mulheres, sobretudo em países pobres e mulçumanos, ainda é de desigualdade e discriminação.

Direto ao ponto volta ao topo
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi comemorado há 100 anos. Ele foi criado em 1910, dentro do movimento socialista, e celebrado no ano seguinte na Europa em 19 de março. A partir de 1913, a data oficial passou a ser 8 de março.No começo do século 20, a principal reivindicação das mulheres era referente aos direitos trabalhistas e a conquista do voto feminino (adotado apenas nos Estados Unidos e no Reino Unido). Nos anos 1960 e 1970, entraram em pauta saúde, sexo e violência doméstica.Atualmente, as mulheres podem votar em quase todos os países, ocupam cargos de liderança em empresas e governos e há leis específicas para penalizar a violência contra a mulher. Por outro lado, elas continuam ganhando menos que os homens, tendo menor representatividade política e acesso à educação.No Brasil, o movimento feminista se consolidou na década de 1970, durante o regime militar. A violência doméstica, a participação política e a descriminalização do aborto estão entre os temas atuais debatidos pelas feministas.

Saiba mais

  • Breve História do Feminismo no Brasil (Brasiliense): a militante feminista Maria Amélia de Almeida Telles traça neste livro um panorama das lutas pelos direitos das mulheres no país, em especial durante o regime militar.
  • Anjos Rebeldes (2004): filme sobre duas americanas que lutam pelo direito ao voto feminino nos Estados Unidos, no começo do século 20, com Hilary Swank e Anjelica Huston no elenco.
  • Outros posts com o tema:
  • Mandala da Igualdade, clique aqui.
  • Mandalas, clique aqui.
  • [mulheres criam sapos e sonham com príncipes]
    (pequena crônica tipo conto de fadas)Abraços Dobrados com o Feminismo
  • Março é luta!
    #FeminismoSim
    #FeministaSim

[Fotos da Premiação do 58º Jabuti]

[Fotos da Premiação do 58º Jabuti]

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A primeira missão já foi cumprida, fui buscar o meu Jabuti.

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Parabéns a todos que ganharam o prêmio, a toda a equipe da organização do 58º Jabuti, aos jurados, amigos e parceiros: SESI-SP editora (editores Rodrigo e Juliana), Suppa (ilustração) e Dean Palma Ivathckovitch (App Store).

31173225432_80b0bd91af_oFoto divulgação do site da CBL

Foi um prazer conhecer pessoalmente o premiadíssimo escritor e ilustrador Roger Melo e a professora e curadora Marisa Lajolo, e foi um grande prazer rever a Isis Valéria Gomes, depois de 20 anos (Editora do Brasil), que me entregou o troféu. Foi muito bonita e merecida a homenagem à escritora Lygia Fagundes Telles.

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Obrigada ao Teo Adorno, por me acompanhar, e pelas fotos.

Link do álbum fotos no FB:
https://www.facebook.com/tereza.yamashita.9/media_set?set=a.1479373168742883.1073741977.100000106419607&type=3&pnref=story

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Abraços Dobrados Agradecidos, Felizes e Honrados.

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Prêmio Jabuti 2016 – Segundo lugar- Literatura Infantil Digital

[ Segundo lugar no Jabuti 2016, na categoria Literatura Infantil Digital ]

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jabuti2016-11-11-as-22-06-10http://premiojabuti.com.br/vencedores-2016/infantil-digital-4/

Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/11/1831705-julian-fuks-e-arnaldo-antunes-vencem-o-premio-jabuti-2016.shtml

A querida Micheliny Verunschk me enviou os parabéns, rs. Fui correndo ver a lista e eis que ficamos — Tereza Yamashita (autora) e Vivian Suppa (ilustração) — em segundo lugar no Jabuti 2016, na categoria Literatura Infantil Digital.

maos-app-storeViva!

Obrigada aos editores Rodrigo Faria E Silva e Juliana Farias, e a toda a equipe da SESI-SP Editora (Gabriella Plantulli e Maria Fernanda Salla Dias Lima), que confiaram em nosso trabalho. Obrigada aos jurados também.

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Abraços Dobrados Felizes e Agradecidos.

 

finalistas-2016-10-22-as-05-42-59Resumo do livro:

“A milenar arte japonesa de dobrar papel, que encanta crianças e adultos, serviu de inspiração para Tereza Yamashita fazer de um quadrado de papel a protagonista desta divertida história. A aventureira Quadradinha de papel sai em uma viagem de autoconhecimento em busca de seu irmão desaparecido. Suppa foi a responsável por dar vida a uma menina de cores fortes. A autora, uma apaixonada e divulgadora desta arte, conta que com o origami é possível transformar um simples quadrado de papel em mil coisas, como animais, flores e até objetos do dia a dia.”

Livro impresso:

https://www.sesispeditora.com.br/catalogo/quem-le-sabe-por-que-a-partir-de-6-anos/maos-magicas/

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Livro Digital:

Quem quiser conhecer, é só baixar o aplicativo.

Clique aqui:
https://itunes.apple.com/us/app/id1050952132

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Curiosidade: Prêmio Jabuti – História e Nome

A história do Prêmio Jabuti começa por volta de 1958, em um período repleto de desafios para o mercado editorial, com recursos escassos e baixa articulação do segmento. Apesar das adversidades, não faltava entusiasmo aos dirigentes da Câmara Brasileira do Livro naquela época. A primeira premiação ocorreu no final do ano de 1959, em solenidade simples e despretensiosa, realizada no auditório da antiga sede da CBL, na avenida Ipiranga. Foram laureados autores como Jorge Amado, na categoria Romance, pela obra “Gabriela, Cravo e Canela”. A Saraiva ganhou o prêmio de Editor do Ano.Mas por que um jabuti para nomear um prêmio do livro? A resposta tem explicação no ambiente cultural e político da época, influenciado, sobretudo, pelo modernismo e nacionalismo, pela valorização da cultura popular brasileira, nas raízes indígenas e africanas, nas suas figuras míticas, símbolos seculares carregados de sabedoria e experiência de vida e legados de uma geração à outra.E foi Monteiro Lobato, provavelmente, o mais prolífico na recriação literária das histórias desses personagens meio enigmáticos, meio reveladores e sempre sedutores do folclore nacional. Um desses personagens da literatura infantil de Lobato é, como se sabe, o jabuti. O pequeno quelônio, já familiar no imaginário das culturas indígenas tupi, ganhou vida e personalidade nas fabulações do autor das “Reinações de Narizinho”, como uma tartaruga vagarosa, mas obstinada e esperta, cheia de tenacidade para vencer obstáculos, para enganar concorrentes mais bem-dotados e chegar na frente ao fim da jornada. Com essas credenciais, ganhou também a simpatia e a preferência dos dirigentes da CBL. Eles o elegeram para inspirar e patrocinar um prêmio para homenagear e promover o livro.

Fonte: http://premiojabuti.com.br/press-releases/curiosidade-premio-jabuti-historia-e-nome/

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Último programa/aula de origami na #HDB#Hora de Brincar

[ Último programa/aula de origami na #HDB#Hora de Brincar]

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Bom dia com arte na “Hora De Brincar”, com a querida Danny Pink, na Rede Vida.
Hoje ensinei o tradicional tsuru que bate-asas, que as crianças adoram! Esta foi a minha última participação/aula do programa, snif. Amei participar dessa nova experiência! Muito agradecida pela oportunidade. Já com saudades da apresentadora e das crianças. Muito obrigada a toda a equipe da Rede Vida, principalmente à querida Danny Pinky, que me ajudou a divulgar os meus livros e os papéis da Filipersan, e à produtora, Natalya, que me convidou. Espero que todos tenham gostado, e que eu tenha conseguido plantar a sementinha do origami nas crianças e nos adultos também, rs.

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Abraços Dobrados Agradecidos, já Saudosos e Mãos em Movimento!
“Que o tsuru (grou) símbolo da Longevidade e da Paz, acompanhe você em todos os momentos!”


Os outros vídeos com as programas/aulas já estão disponíveis no site da #HDB#DannyPink#Redevida:

Primeira aula: Borboleta – personagem do meu livro “Mãos Mágicas”, SESI-SP editora.
http://redevida.com.br/programa/hora-de-brincar/programa-exibido-em-31102016-bloco-1.html

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Segunda aula: “Monstrinho Devorador de Livros” – marcador de livro.
http://redevida.com.br/programa/hora-de-brincar/programa-exibido-em-01112016-bloco-1.html

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Terceira aula: “Giraflor” – personagem do meu livro “Poemanimais“, Matéria-Prima Editorial
http://redevida.com.br/programa/hora-de-brincar/programa-exibido-em-02112016-bloco-1.html

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Quarta aula: “Cachorrinho Apaixonado” – personagem do meu livro “Ganhei uma menina!”, Editora Scipione.
http://redevida.com.br/programa/hora-de-brincar/programa-exibido-em-03112016-bloco-1.html

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Quinta aula: Tsuru que bate-asa.

Mais fotos no FB: https://www.facebook.com/tereza.yamashita.9/media_set?set=a.1442860705727463.1073741976.100000106419607&type=3&pnref=story

Os papéis das aulas foram com a parceria Filiperson Papéis Especiais, artista qulificada. Para adquirir os papéis, loja virtual, acesse o link:
https://www.lojafilipaper.com.br/

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Quarto programa Rede Vida – HDB

[Quarto programa Rede Vida – HDB – Hora de Brincar com a Danny Pink]

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Bom dia com chuva e com arte na “Hora De Brincar” com a querida Danny Pink, na Rede Vida.

Hoje ensinei um cachorrinho muito fofo, o Quiuí, personagem do meu livro “Ganhei uma menina!” em coautoria com o Luiz Bras, da Editora Scipione (arigatou, Adilson Miguel, hoje editor da SM, parabéns!).

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Muito obrigada a toda a equipe da Rede Vida, principalmente à Danny, que me ajudou a divulgar os meus livros e os papéis, e à produtora, Natalya, que me convidou. E amanhã será minha última participação no programa, snif. Já com saudades da querida Danny e de toda a equipe. Não percam! Sempre das 8h às 8h30, canal aberto HD e pago (na Net canal 193).

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Ah, o primeiro e o segundo programa já estão no site da HDB:
http://redevida.com.br/programa/hora-de-brincar/programa-exibido-em-31102016-bloco-1.html

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