Dia Internacional da Mulher

[ Dia Internacional da Mulher ]

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Novidade! Eu fui gravar um passo-a-passo (Giraflor) no Ateliê na TV para a parceria Filiperson, e foi uma grande surpresa, acabei participando do programa que será transmitido no dia 8 de março de 2017 Dia Internacional da Mulher. Homenagem para todas as mulheres que são arteiras como eu, rs.

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Abraços Dobrados Agradecidos, e o programa pode ser visto nos seguintes canais  (abaixo) e no site da própria do Ateliê na TV. Já são 3.845 visualizações! Viva.

O Ateliê na TV é exibido na Rede Vida, às 10:50, que pode ser acompanhado em sinal aberto em mais de 500 cidades pelo Brasil e nas operadoras: SKY – digital 368/analógico 162; CLARO – 17; TV OI – 16; VIVO – digital 229/analógico 04; ALGAR TELECOM – cabo SD 12 / cabo HD 312 / DTH 710; GVT – 243; NET – 193.

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O Ateliê na TV é exibido na Rede Brasil, das 18h30 às 19h00, de segunda à sexta.
A Rede Brasil pode ser acompanhada pelas seguintes operadoras: SKY – 175; VIVO – 237; GVT – 248; CTBC – 714; CLARO – 13 e OI TV – 1, por TV aberta pelos canais 50 e 10.1 (HD). Ou online pelo site: http://www.rbtv.com.br

Os programas também ficam disponíveis em no site: www.atelienatv.com.br.

Abaixo, algumas curiosidades sobre o nosso dia!

Mulheres Protestando – Di Cavalcanti, 1941

Para o Dia Internacional da Mulher eu encontrei esse artigo do José Renato Salatiel, que reproduzo abaixo. Achei muito legal! Para conhecermos um pouco mais sobre a história das mulheres e suas lutas. Uma pequena homenagem (flores de tsurus) ! Abraços Redobrados a todas as amigas e companheiras de letrinhas e artes.

Ah, temos (Luiz e eu) um livro infantil Dias Incríveis, pela Editora Callis. Dezesseis minicontos bem-humorados, com um texto ágil e contemporâneo, falam de situações engraçadas, fantasiosas ou até mesmo delicadas, que giram em torno de dezesseis datas festivas e históricas do calendário. No final do livro, o leitor encontra também informações e curiosidades sobre os dias que inspiraram a criação de cada história.

No livro, não escrevemos sobre o Dia Internacional da Mulher, mas temos o Dia das Mães, o Dia das Bruxas, o Dia do Trabalho, o Dia da Consciência Negra, o dia da Festa Junina, o Dia das Crianças e os dias das Férias, minicontos protagonizados por mulheres corajosas e divertidas! Confiram alguns contos, nos links acima.

Dia Internacional da Mulher – Um século de lutas pela emancipação feminina – José Renato Salatiel

Pode parecer estranho para as novas gerações o fato de que, no tempo de nossas bisavós, a maioria das mulheres não trabalhava fora de casa, não tinha acesso a métodos contraceptivos, não podia se divorciar e nem mesmo votar. Todas estas conquistas são frutos do movimento pelos direitos das mulheres, cujo primeiro Dia Internacional foi comemorado há 100 anos.
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No começo do século 20, as transformações sociais que acompanharam o avanço das sociedades industrializadas deixaram as mulheres em desvantagens em relação aos homens. Elas entravam no mercado de trabalho, mas não tinham os mesmos direitos trabalhistas.Nesta época, os primeiros movimentos feministas surgiram em meios aos partidos socialistas e sindicatos, nos Estados Unidos e no Reino Unido. As reivindicações eram, basicamente, trabalhistas e sociais. Até então, as mulheres eram tratadas como propriedades de seus maridos.Havia também as sufragistas, que faziam campanha pelo direito do voto feminino, aprovado pelos parlamentares ingleses em 1918 e, um ano depois, pelos americanos. No Brasil, as mulheres só tiveram direito ao voto a partir de 1932. O Dia Internacional da Mulher foi criado oficialmente em 1910, durante a Segunda Internacional, realizada por partidos socialistas em Copenhague, Dinamarca. No mesmo congresso foi instituído o 1º de Maio como Dia do Trabalho. No ano seguinte, ocorreram as primeiras manifestações na AlemanhaÁustria, Dinamarca e Suíça, em 19 de março. A partir de 1913, a data oficial passou a ser 8 de março, mantida até hoje.Em 25 de março de 1911, uma tragédia chamou atenção do mundo para as péssimas condições do trabalho feminino. Um incêndio numa fábrica de roupas femininas em Nova York matou 146 trabalhadores, sendo 30 homens. As vítimas eram imigrantes e, algumas, de apenas 12 anos de idade.Nos anos 1960 e 1970, a mudança nos costumes incorporou o movimento feminista ao cotidiano. O foco das lutas, neste período, era a igualdade de direitos. Ficaram famosos, nos Estados Unidos, os protestos que terminavam com a queima de sutiãs. Também na década de 1960 foi criada a pílula anticoncepcional, um avanço importante para a saúde feminina.

Violência

Atualmente, o Dia Internacional da Mulher comemora as conquistas de um século de reivindicações. O voto feminino é quase universal e as mulheres ocupam cargos antes exclusivos para homens, inclusive de lideranças políticas. A violência doméstica, que antes era considerada um assunto familiar (“Em briga de marido e mulher, quem é de fora não mete a colher”, diz o ditado popular), hoje conta com legislação específica em dois terços dos países.

Apesar disso, as mulheres continuam em desigualdade em relação aos homens. Elas ganham menos fazendo o mesmo trabalho (até 17%, segundo dados de 2008), têm menos representatividade política (em média, 18,4% no Legislativo, e apenas 17 cargos máximo do Executivo em 192 países) e menos acesso à educação – dois entre cada três analfabetos são do sexo feminino.

A violência contra a mulher ainda é rotineira em países pobres e no mundo mulçumano. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), até seis em cada dez mulheres sofrem violência física e/ou sexual durante a vida. A iraniana Sakineh Mohammadí Ahstiani se tornou símbolo dos direitos humanos depois de ser condenada a pena de morte por apedrejamento. A pena foi suspensa, mas ela continua presa.

Aborto

O movimento feminista ganhou força no Brasil nos anos 1970, em plena ditadura militar. Um caso marcante foi o assassinato da socialite Ângela Diniz pelo namorado, Doca Street, em 30 de dezembro de 1976.

No primeiro julgamento, em 1979, o réu foi inocentado por com a tese de legítima defesa da honra. Mas a pressão das feministas levou a um novo julgamento, no qual o assassino foi condenado a 15 anos de prisão.

Na segunda metade dos anos 1980 surgiram as delegacias especializadas, as primeiras da América Latina. Em 2006 foi criada a Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição por crimes de violência doméstica.

Hoje, uma das bandeiras do movimento feminista no Brasil é a descriminalização do aborto. Pelo menos 19 projetos sobre o assunto tramitam no Congresso. Porém, como o tema é polêmico, os parlamentares adiam ao máximo a discussão.

No campo da política, aliás, a disparidade persiste. A despeito da eleição da primeira presidente na história do país, a petista Dilma Rousseff, o Brasil ocupa o 108º lugar em relação à presença feminina nos parlamentos, num ranking de 188 nações feito pela União Interparlamentar.

Cem anos de luta pela emancipação trouxeram muitas conquistas – direito ao voto, divórcio, acesso à universidade e ao mercado de trabalho –, mas a realidade das mulheres, sobretudo em países pobres e mulçumanos, ainda é de desigualdade e discriminação.

Direto ao ponto volta ao topo
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi comemorado há 100 anos. Ele foi criado em 1910, dentro do movimento socialista, e celebrado no ano seguinte na Europa em 19 de março. A partir de 1913, a data oficial passou a ser 8 de março.No começo do século 20, a principal reivindicação das mulheres era referente aos direitos trabalhistas e a conquista do voto feminino (adotado apenas nos Estados Unidos e no Reino Unido). Nos anos 1960 e 1970, entraram em pauta saúde, sexo e violência doméstica.Atualmente, as mulheres podem votar em quase todos os países, ocupam cargos de liderança em empresas e governos e há leis específicas para penalizar a violência contra a mulher. Por outro lado, elas continuam ganhando menos que os homens, tendo menor representatividade política e acesso à educação.No Brasil, o movimento feminista se consolidou na década de 1970, durante o regime militar. A violência doméstica, a participação política e a descriminalização do aborto estão entre os temas atuais debatidos pelas feministas.

Saiba mais

  • Breve História do Feminismo no Brasil (Brasiliense): a militante feminista Maria Amélia de Almeida Telles traça neste livro um panorama das lutas pelos direitos das mulheres no país, em especial durante o regime militar.
  • Anjos Rebeldes (2004): filme sobre duas americanas que lutam pelo direito ao voto feminino nos Estados Unidos, no começo do século 20, com Hilary Swank e Anjelica Huston no elenco.
  • Outros posts com o tema:
  • Mandala da Igualdade, clique aqui.
  • Mandalas, clique aqui.
  • [mulheres criam sapos e sonham com príncipes]
    (pequena crônica tipo conto de fadas)Abraços Dobrados com o Feminismo
  • Março é luta!
    #FeminismoSim
    #FeministaSim

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