Êta mundo bom!

[Parodiando a novela: “Êta mundo bom! Tudo o que acontece de ruim vem pra melhorar.” E eu pergunto quando vai melhorar?, hahaha.]

O mês de junho foi de fortes emoções. Um dos meus maridos (rs) foi dar uma de suas aulas de criação literária em outra cidade, em São José dos Campos, mas no retorno não sabe se perdeu a carteira ou foi furtado. Exausto, dormiu no ônibus, quando foi pegar o bilhete de metrô, cadê a carteira? No ônibus, ele desconfiou. Não quis ser preconceituoso, relaxou, mas elementos bem estranhos sentaram atrás e ao seu lado. Enfim… Correria pra bloquear os cartões e tirar documentos. No Poupatempo (?), idas e vindas, toda hora sem sistema. Isso também aconteceu comigo no SUS (Farmácia de Alto Custo, nem sabia que existia, aprendi). Eu preciso de uma injeção que custa R$ 1.700 cada, preciso de duas doses ou mais… Problemas com o útero de novo (mioma). No banco, para solicitar outros cartões foi preciso falar com o gerente. Incrível!! Toda vez que precisamos da ajuda do banco, eles aproveitam para vender serviços, cumprir suas cotas e aumentar as taxas de nossa conta. Que ajuda, não?! Entramos com um problema e saímos com dois! Teremos que ir retirar os cartões com o gerente (no sistema, foi solicitado pelo correio) e está demorando muito, coincidência? Fujam dos gerentes, kkkk. O mundo, o Brasil… Tudo está falindo. E pra terminar o fim de semana, a rinite alérgica me atacou, duas horas no PS e uma pequena injeção intramuscular, mas grande na dor, rs. Bom, isso foram os dias-binhos…

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Ah, mas temos os dias-bons: aprendendo a praticar a resiliência, senão falimos também.
No meus 51 anos, eu recebi muitas mensagens carinhosas de pessoas que só conheço pelo face e dos amigos, e dos amigos que estavam mais distantes. Aproveito para agradecer!
Espero que em julho as emoções sejam fortes, mas de outra natureza. As oficinas estão chegando e dá um friozinho na barriga, tudo pode acontecer. Mas a parte boa: fui comprar a argila para o evento do final do mês, na Casa de Cultura Carlos e Diva Pinho (estou bem contente com esse evento, será um grande aprendizado)! No sábado, levei uma hora pra ir e uma pra voltar. Se fosse durante a semana levaria duas horas ou mais. E, apesar dos olhos irritados e lacrimejantes, consegui terminar a última peça da exposição da Filiperson. Acho que ficou graciosa, por ser a primeira tentativa. E espero que haja quorum no SESC Carmo-Sé para as oficinas de miniorigamis. Cliente novo, o primeiro trabalho a gente nunca esquece! E que os anjos, as fadas, os deuses me ajudem, hahaha. Mas o melhor de tudo, o que compensa a vida: a filhota já está voltando para as férias, e venceu mais uma etapa da faculdade. Viva! Abraços Dobrados e êta mundo bom!

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Utilizei os papéis Filipaper Metallics Pérola e Lilás. Adoro a cor roxa, representa  o mistério, expressa sensação de individualidade e de personalidade, associada à intuição, purificação e transformação.

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O papel está à venda na loja virtual, é só acessar: www.lojafilipaper.com.br.
Abraços Dobrados  com Sabor de Romance.

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