Projeto gráfico para SESI-Sp editora

[ VENTANIA BRAVA ]

A boa notícia é que o romance “Ventania brava”, do Luiz Bras, com ilustras do Teo Adorno e o meu projeto gráfico (Tereza Yamashita), recebeu o selo Altamente Recomendável, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

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Agradecemos aos queridos Rodrigo e Gabriella, da Sesi-SP Editora, por acreditarem em nosso trabalho!

Chegou. Viva. Que os bons ventos levem esse livro para muitos leitores! Abraços Dobrados Agradecidos.

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Do Teo Adorno:

“Extra, extra, ótima notícia: chegou da editora o novo romance pra jovens do Luiz Bras. O harmonioso projeto gráfico é da Tereza Yamashita e as ilustras minimalistas são minhas.

Obrigado, Rodrigo de Faria e Silva, Gabriella Plantulli, Paula Loreto e Thais Marques. A edição ficou maravilhosa!”

SINOPSE

Daniel tem apenas treze anos e acaba de ser promovido a presidente da empresa onde trabalha. Estamos no ano 2080 e agora os jovens administram o mundo. Todos os políticos e empresários têm menos de dezoito anos. Até mesmo o presidente da república é um adolescente. Os adultos foram banidos dos cargos importantes por absoluta incompetência em governar o mundo. Atualmente eles ficam em casa ou viajando, aproveitando as prolongadas férias. O planeta e as pessoas vivem em paz. Não há mais guerras nem devastação ambiental. Para o jovem Daniel tudo estaria ótimo, se uma misteriosa ventania não estivesse castigando sua cidade há meses.

Sesi-Sp Editora

Confiram a minientrevista que fiz com o editor Rodrigo de Faria e Silva, editor-chefe das editoras do Sesi-SP e Senai-SP: https://yamashitatereza.wordpress.com/2014/01/15/mini-entrevista-de-tereza-yamashita-com-rodrigo-de-faria-e-silva-editor-chefe-das-editoras-do-sesi-sp-e-senai-sp/

[ Projeto gráfico ]

Final de semana sem trabalho não é final de semana, ora! 22/03/2015.

O Luiz Bras revisando a primeira prova, e eu batendo as emendas na diagramação do novo livro, Ventania brava, da SESI-SP Editora. Fiz o projeto gráfico da capa e do miolo, e a diagramação do livro, pela Matéria-Prima Produção Editorial.

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O querido Teo Adorno fez as lindas ilustrações! Abaixo a imagem da capa.

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Curiosidade 1:

Projeto gráfico é um conjunto de elementos que formam e dão características a um meio de informação. É o layout/ideia inicial que definirá as características visuais de uma peça de design gráfico: livro, livros de arte, revista, jornal, impressos como catálogos etc.
O projeto gráfico define principalmente o formato e o tipo do papel, as famílias tipográficas, as imagens/ilustrações/fotos, o tamanho das fontes tipográficas, a posição de títulos, retículas, boxes, fios, enfim, todos os elementos visuais que devem ser adequadamente pensados e posicionados com o objetivo de atender a uma necessidade editorial.
Um bom projeto gráfico editorial é aquele que conduz os olhos dos leitores sem se tornar o elemento principal daquela página. Sem interferir na qualidade da leitura.
Um projeto gráfico é constituído de uma série de plataformas que formam a sua lógica construtiva. Estas estruturas definem o seu aspecto de visual – layout – (cores, tipografia, design, etc.), bem como seu aspecto editorial (textos, linguagem, conteúdo).
Geralmente um projeto gráfico é antecedido de uma série de perguntas junto ao cliente, o que se denomina briefing. [(Brief (eng) = Dossiê. O briefing ou brífingue é um conjunto de informações ou uma coleta de dados passados em uma reunião para o desenvolvimento de um trabalho ou documento. Esse é um instrumento muito utilizado em Administração, Relações Públicas, Design e na Publicidade. O briefing deve produzir um roteiro de ação para criar a solução que o cliente procura, ou seja, é como mapear o problema e, com as pistas identificadas, ter ideias para criar soluções.]
Exemplificando, no caso de um livro de literatura, o designer terá que ler o livro, e entender o enredo, para poder criar e tirar os elementos principais do texto, em termos visuais, e criar um boa ideia. E interagir com as ilustrações ou fotos , complementar, e até acrescentar, no caso de um livro infantojuvenil, didático, ou técnico.
[ Resumo do verbete da Wikipédia. ]

Curiosidade 2:
“No processo de afirmação do livro de artista, alguns elementos devem ser levados em conta:
1 ‑ a renovação da concepção de livro em geral quando da fundação da Kelmscott Press em 1890. Para William Morris, o livro era uma arquitetura, na qual cada elemento – papel, tinta, tipos, espaçamento, margens, ilustrações ‑ devia ser considerado em si e em suas relações recíprocas com o conjunto. Com isso, Morris objetivava criar no leitor um prazer sensual que, aliado à concepção intelectual do livro como “estrutura controlada”, permitisse uma fruição integral;

2 ‑ o papel das vanguardas históricas que, ao produto anônimo da indústria editorial, opõe “criações pessoais”. Fruto do trabalho conjunto de artista, escritor, diagramador;”

Para ler o texto completo da Constança Lucas, publicado em dezembro de 2014, basta clicar aqui:
https://www.facebook.com/notes/livros-de-artista/william-morris-18341896-este-artista-j%C3%A1-pensava-no-livro-como-arte/1495051824077219

O poeta Manoel de Barros certa vez escreveu: “imagens são palavras que nos faltaram”.

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