Minientrevista com Jiro Takahashi, direto de São Paulo

 

[ Minientrevista com o diretor editorial, tradutor e professor universitário Jiro Takahashi ]

Foto: Patricia Cardim

O excelente trabalho editorial do Jiro Takahashi eu conheço há muito tempo, desde a época em que ele trabalhava nas editoras ÁticaEstação Liberdade. Mas fui conhecê-lo pessoalmente somente no lançamento dos Retratos Japoneses – literatura mestiça, em 2010. Falo da antologia de contos nikkeis que a escritora Marília Kubota (editora do Jornal Memai) organizou. Com a assessoria do Jiro (o texto das orelhas foi escrito por ele), a antologia foi publicada pela editora AnnaBlume, com desenho gráfico e capa de Vanderley Mendonça.

A partir de então, começamos a trocar e-mails sobre literatura, rs. Ah, uma curiosidade, o Jiro foi trabalhar na Editora do Brasil logo após a minha saída, sniff, perdi a oportunidade de conviver com um grande editor. E atualmente ele está na Prumo, na direção editorial. Através dele, e da Luciana Paixão (editora), a Prumo, irmã paulista da Rocco, publicou o novo romance do Luiz Bras, Sozinho no deserto extremo.

Com esta mini-entrevista, gostaria de agradecer e prestar uma pequena homenagem ao seu precioso trabalho editorial e ao mestre que incentiva e sabiamente divide todo o seu conhecimento com alunos, escritores e leitores. Arigatô!

A seguir, uma conversa descontraída sobre infância, livros e mercado editorial.

Fotos do lançamento: Sozinho no deserto extremo, Luiz Bras

Como foi a sua infância/adolescência e como a leitura e outras expressões culturais passaram a fazer parte de sua vida?

JT: Nasci em Duartina, interior de São Paulo, de onde saí aos 14 anos. O que sobrou da adolescência passei em Marília, onde comecei a trabalhar.

Livros sempre fizeram parte da minha paisagem doméstica. Meus pais sempre estavam lendo livros, revistas e jornais japoneses. Meu pai fazia haicais, um tio foi um dos fundadores da Soc. Brasileira de Tanka, outro ainda, Yoji Fujyama, foi provavelmente o primeiro descendente de japoneses a publicar livros de poesia no Brasil, nos anos 1950.

Então, a leitura era uma coisa natural em casa, como comer, jogar tênis de mesa, dormir. Li muito Monteiro Lobato, Érico Veríssimo. Diversões Escolares, Coleção Nossos Clássicos, Afonso Schmidt, Mário Donato e Deus, túmulos e sábios. Provavelmente o livro mais marcante na época tenha sido O idiota, de Dostoiévski, que levei meses para terminar.

Nascendo em cidade pequena, parece que a gente compensa isso com grandes amizades, criadas desde a infância e que mantenho até hoje, com muitas leituras para alargar o mundo, com ousadias para disfarçar a timidez interiorana, o que procurei usar no mundo em que resolvi viver, o mundo dos livros.

Você fez as faculdades de Direito e de Letras na USP. O que o levou a ser o primeiro editor de uma das mais conceituadas editoras do Brasil, a Ática? E como foi essa experiência?

JT: Meu sonho de estudo era Medicina. Sem condições de frequentar um curso diurno e de tempo integral, acabei entrando na faculdade de Direito. O ambiente foi muito rico, aprendi muito sobre solidariedade, dedicação e companheirismo na luta contra a ditadura nos anos 1960 e 1970, nos movimentos estudantil e operário.

Tinha vindo para São Paulo para trabalhar no Banco do Brasil. Mas, como comecei também a dar aulas de Português em cursinho e a datilografar estênceis para a Editora Ática, senti que precisava cursar Letras. Então, passei a fazer pareceres para livros didáticos da Ática. Depois de datilografar, revisar e dar pareceres, acabei me tornando editor das áreas de língua e literatura.

Anderson Fernandes Dias, professor e proprietário da Ática, criou uma equipe editorial ousada (com Granville, Avelino e Lucina, no início; depois foram chegando outros companheiros), da qual tive o privilégio de participar e com a qual aprendi muito. Saí duas vezes da Ática, mas devo ter ficado 25 anos no grupo Ática.

Comemorando os 50 anos da Editora Ática – 2015.

jiro 50 anos atica

Conte-nos sobre a fundação da editora Estação Liberdade. Essa editora era para ser um novo selo da editora Ática, correto?

JT: Em 1988, Anderson aceitou a ideia de abrirmos uma linha mais “cult”, procurando alguns nichos editoriais não ocupados no mercado. Essa linha incluiria os novos pensadores “de ponta” europeus, como Félix Guattari, Paul Virilio, Gilles Deleuze, até o resgate de clássicos pouco conhecidos no Brasil, como A história maravilhosa de Peter Schlemihl, de Von Chamisso, Fanny Hill, de John Cleland, Therèze Raquin, de Zola, Noites revolucionárias, de Restif de la Bretonne, O quinteto de Avignon, de Lawrence Durell, etc.

No final de 1999, um ano após a morte de Anderson, como os herdeiros do grupo não se mostraram interessados em seguir com o novo selo, negociei a sua compra e criei a a Editora Estação Liberdade, com ajuda de três colegas também da Ática. A programação inicial não poderia ter sido melhor. O primeiro título da editora foi A constituição inacabada, de Florestan Fernandes. Em seguida, veio o Plano Collor, a meu ver planejado para acabar com a Estação Liberdade. Contra a brutalidade do plano, a sensibilidade e o humanismo: Miró (A cor dos meus sonhos) e Kurosawa (Um relato autobiográfico) nos socorreram, resistimos e sobrevivemos. Na Feira de Frankfurt, de 1993, conseguimos o grande feito de contratar Musashi, a monumental obra de Eiji Yoshikawa, uma espécie de Dom Quixote da literatura japonesa.

No final de 1994, deixei a Estação Liberdade e voltei ao mercado. Ela continua, maravilhosa do meu ponto de vista, nas mãos dos meus amigos Angel Bojadsen e Edilberto Verza.

Qual a sua opinião, como editor, leitor-crítico e tradutor, sobre a literatura infantojuvenil contemporânea?

JT: Hoje a literatura infantojuvenil é riquíssima. É muito abrangente e aberta para todas as tendências artísticas e ideológicas. A produção está se profissionalizando em todas as etapas, na prospecção dos títulos, nas contratações de autores, no surgimento de agentes literários, designers e ilustradores criativos de grande talento, nos livreiros que criam ambientes especiais para o gênero, nos educadores, nos pais e nos próprios leitores capazes de influir na produção editorial.

Quanto mais opções, melhor para as crianças, melhor para o futuro. Sinto que as perspectivas para a área são muito animadoras.

Conte-nos um pouco sobre as séries de paradidáticos Vaga-lume, Para gostar de ler e Série bom livro. Você acha que essas coleções cumpriram seu objetivo, como um recurso para fazer germinar o hábito da leitura?

JT: Em 1968, a Ática havia começado a publicar os clássicos da literatura brasileira, criando a série “Bom Livro“. Uma inovação editorial foi a inserção da Ficha de Leitura, um diferencial em relação às demais publicações de clássicos. Em poucos anos, todas as edições no mercado passaram a ser acompanhadas dessas fichas.


No começo dos anos 70, quando a Ática já estava consolidada como uma das principais editoras didáticas, começamos a trabalhar com o conceito de participar das atividades escolares o ano todo, não só no início das aulas no momento da adoção dos livros. A ideia agora era aperfeiçoar as fichas de leitura para outro material lúdico. Foi desse modo que surgiram os suplementos de trabalho, inspirados no que os jornais e revistas publicavam. Assim, brincadeiras e jogos que encontrávamos em suplementos infantis, charadas, palavras cruzadas e legendagem de histórias em quadrinhos passaram a compor o suplemento, que foi um dos diferenciais dos livros da série Vaga-lume, criada em 1973. Criamos um “herói”, o Luminoso, com quem os meninos se identificavam e que apresentava em HQ os livros da série. Infelizmente muitos professores ainda usavam (talvez ainda usem) os suplementos como instrumento de avaliação de leitura; a maior parte dos livros passava por uma leitura prévia de algumas centenas de crianças antes da edição.


Em seguida, na segunda metade da década de 70, criamos uma coleção da qual me orgulho muito e que deve dar satisfação a muita gente, a “Para Gostar de Ler“. Conseguimos reunir quatro dos maiores cronistas brasileiros: Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga. Aumentamos o elenco de crianças leitoras críticas: mais de 3 mil estudantes participaram da escolha das primeiras crônicas. Foi uma aceitação como poucas vezes se viu no mercado editorial. Centenas de milhares de exemplares sendo vendidos anualmente.

A quantidade de livros vendidos e o tempo de permanência dos livros no catálogo são alguns indicadores de como os objetivos foram amplamente atingidos. Outro dia um famoso ator, em programa de entrevista, dizia que para a sua profissão era muito importante a leitura. Então disse que o que havia ajudado muito na sua juventude tinha sido a leitura de quase todos os livros da série Vaga-lume. Um testemunho de que a série extrapolou os muros da escola.

Você acha que há preconceito contra a literatura infantojuvenil, que as pessoas consideram a literatura adulta superior?

JT: Acho que não chega a ser uma questão de preconceito. O Brasil reproduz um pouco o que se passa no cenário cultural de todo o mundo. Os cadernos de literatura abrigam muito mais a literatura adulta; os prêmios mais conhecidos, Nobel, Booker Prize, Goncourt, são destinados à literatura adulta. O espaço por excelência da literatura infantojuvenil é o caderno dos jornais e revistas voltado especificamente a esse público. Então o cenário editorial tende a reproduzir isso. Mesmo assim, acho até que o meio editorial valoriza mais a literatura infantojuvenil do que as outras manifestações culturais da sociedade. Por exemplo, se analisarmos a relação entre o investimento em peças infantis e em peças adultas e essa mesma relação entre o investimento em livros infantis e em livros adultos, sinto que a defasagem não é grande na área de livros. Os autores e ilustradores de livros infantojuvenis são muito respeitados e valorizados hoje. Se compararmos o tratamento dados pelas editoras ao setor infantojuvenil 50 anos atrás e hoje, é quase como se vivêssemos em outro país.

Você já fez duas adaptações de clássicos estrangeiros para o público juvenil: Ivanhoé e O corcunda de Notre-Dame. Como você iniciou nessa área? Curiosidade: depois de tantos livros editados, algum dia você também pretende escrever um livro?

JT: O que fiz com os dois clássicos não chega a ser uma adaptação literária. Primeiro, selecionei os trechos que conduzem o fio narrativo principal dos romances, eliminei algumas circunstâncias e fiz pequenas ligações entre os trechos selecionados, quando necessárias. Depois, fiz a tradução desses trechos, mantendo na medida do possível o andamento do original (assumindo, é claro, que qualquer tradução ou paráfrase já pressupõe, em certa medida, uma interferência no original). Os dois livros me atraíram muito em função de certo caráter fundador que eles têm em relação à formação cultural da Inglaterra e da França.

Não me vejo com talento para ficção, talvez quem sabe algum dia um livro de memórias pessoais e profissionais que seria autopublicado e dedicado para os amigos da minha vida. Em tudo o que está relacionado com livros, o que está sempre presente em mim é o meu lado leitor. Edito porque sou leitor e edito para que todos sejam leitores. Nessas traduções estou apenas transferindo minha leitura para outros leitores.

Há dois anos você coordena e edita os livros da editora Prumo. Conte-nos sobre os futuros projetos editoriais dessa editora.

JT: A Prumo faz parte do grupo Rocco e tem um projeto editorial baseado na pluralidade e na contemporaneidade, sem rigidez naturalmente. São dois conceitos muito abrangentes e subjetivos. Por poderem acolher qualquer gênero, a sua marca identificadora não é imediata, não é clara à primeira vista. Por contemporâneo posso acolher desde a biografia de Carlos Slim (o homem mais rico do mundo hoje, não sei se continuará sendo daqui a dez anos) até o resgate de algum livro publicado há quarenta anos, mas tornado presente pela reflexão contemporânea do tema, como, por exemplo, Aracelli, meu amor, de José Louzeiro, abordando em ficção a violência simultânea contra criança, também mulher, uma questão dramática na ordem do dia. Também é contemporânea uma banda inglesa, One Direction, que está estourando no mundo inteiro e resolve já escrever um livro, Coragem para sonhar, da mesma forma que a mais recente biografia de Jimi Hendrix, escrita por seu irmão, dois livros que saem dentro de algumas semanas. Na literatura brasileira também a Prumo procura abarcar as criações mais recentes da literatura infantojuvenil e adulta, lançando desde autores de maior experiência, como Sinval Medina e Izaías Almada, até autores inéditos, como Liber Matteucci, Lucimar Mutarreli e Mônica Martinez, passando por grandes autores do momento, como Luiz Bras e Maria José Silveira. Mais autores brasileiros estão chegando. Enfim, uma editora que procura um comprometimento com o nosso tempo, de modo plural como está sendo a tendência do nosso mundo.

E, para terminar: como profissional há 40 anos no mercado editorial, com passagem pelas maiores editoras do Brasil (Ática, Nova Fronteira, Abril, Editora do Brasil, Ediouro), editando centenas de livros, que conselho você daria aos novos autores? Ah, uma curiosidade: em sua opinião, qual o melhor livro que você já editou, e qual título te marcou mais?

JT: Não há como destacar um livro. Parafraseando Cecília Meireles, o vento pode parecer sempre o mesmo, mas conta uma história especial em cada folha. Cada edição é um plantio, é um cuidado, às vezes pode não dar os frutos esperados, mas vale pelo caminho, pelo envolvimento.

Há, claro, algumas edições que trazem alguma história especial do momento. Assim de cabeça, posso me lembrar da edição de O pirotécnico Zacarias, de Murilo Rubião, um precursor da literatura fantástica, recusado anteriormente por 18 editoras; de O mistério do Cinco Estrelas, de Marcos Rey, primeiro romance juvenil do autor, uma escrita quase em coautoria com mais de 300 jovens; de Hagoromo, em tradução de Haroldo de Campos, Darci Kusano e Elza Doi, com ilustrações de Tomie Ohtake, também um desafio de estimulante trabalho em equipe para um texto tão intimista, de extrema sensibilidade.

Com tudo isso, ainda tenho muitos livros que sonho editar um dia: Genji Monogatari, Mahabharata, Hypnerotomachia Poliphili, contos em versão integral dos irmãos Grimm, até mesmo Totto-chan, entre tantos outros.

Entrevista 2017

Jiro Takahashi trabalha no mercado editorial desde 1966. Tendo iniciado na Editora Ática como datilógrafo de originais, trabalhou na empresa por mais de 25 anos, tendo participado da criação de novos conceitos de Livro do Professor e Suplementos de Trabalho, das séries Vaga-Lume, Para Gostar de Ler, Autores Brasileiros, etc. Atuou na direção editorial da Abril Educação, Nova Fronteira, Editora do Brasil, Ediouro, Estação Liberdade e Editora Prumo, onde está atualmente. É mestre em Letras pela Universidade de São Paulo, tendo lecionado por 30 anos nos cursos de Letras, Tradutor e Intérprete, do Unibero, e em cursos de pós-graduação em Gestão Empresarial da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado.

No facebook: http://www.facebook.com/jiro.takahashi.31

No linkedin: http://www.linkedin.com/pub/jiro-takahashi/15/236/32b

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16 pensamentos sobre “Minientrevista com Jiro Takahashi, direto de São Paulo

  1. Bem, eu embora seja suspeito, convivi com êsse profissional, antes que êle se tornasse o que é, nos primórdios de nossas vidas, em nossa querida Duartina. Foi muito prazeroso ler êsse depoimento, mesmo com dificuldade com os meus óculos que pedem outro. Me emocionei com o amôr que êle dedica ao que faz. Espero que contagie muitos outros que queiram seguir seus passos em editar fontes de conhecimento, que alavancam tôda uma vida de leitores consciêntes. Parabéns Felicidades, !!! PAZ & LUZ !!!, do amigo Durval Brasil 65 ( Vavá )

    • Grande Vavá, eu é que me emocionei com seu comentário. Um tempo seu lendo esse depoimento! Desse jeito sou capaz até de torcer para o Palmeiras empatar com o Corinthians! Hahaha. Obrigado, beijos. Jiro.

  2. Ótima entrevista com o querido Jiro! Legal ter a trajetória desse baita editor registrada – espero ansiosamente seu livro de memórias!

  3. Querido amigo duartinense! Nos conhecemos em Duartina no belíssimo tempo da juventude. Após muitos anos fomos nos encontrar na Faculdade de Letras da USP.. Nos separamos novamente por longo tempo e finalmente nos encontramos com nossos queridos antigos amigos de Duartina! Hoje, tenho a certeza de que não nos separaremos mais pois nossos encontros mensais com nossos amigos tornam-se cada vez mais laços de alegria e união. Tenho muito orgulho de você! Admirável em sua simplicidade, humildade, cordialidade,.amizade! Aguardo também brevemente o seu livro de memórias! Parabéns pela bela trajetória! Você realmente é um batalhador incansável!

    • Querida Izamar, muito obrigado pelo carinho. Nunca me esqueço de quando você chegou a Duartina, trazendo coisas do mundo além de Duartina. Depois, pudemos nos reencontrar na FFLCH e agora nos nossos encontros e saber que você se dedicou sempre ao magistério. O verdadeiro magistério, que é o do fundamental. Beijos e até o próximo encontro dos meninos e das meninas.

  4. Só agora li esta deliciosa entrevista. O que dizer? Que sou grata pelo privilégio de ter sido sua aluna e que me sinto honradíssima em tê-lo como querido amigo. Parabéns, não apenas pelo profissional notável, mas principalmente pelo ser humano admirável que você é.

  5. Conheci o Jiro através da Virgínia Ishibe quando trabalhava na Editora Scipione como secretária do diretor geral. Talvez no seu oceano de recordações eu seja uma pequena gotinha ou talvez nem isso, mas lendo sua entrevista fiquei tão feliz de reconhecer nesse homem um verdadeiro amante das letras. Conheci seu trabalho realizado com muito critério e seriedade junto à Estação e hoje lamento, não ter tido a oportunidade de ter trabalhado com ele e apreendido toda essa cultura que não sorvi em tantos anos de trabalho burocrático (mas feliz) na outra editora. E vivam os grandes, nobres e cultos editores que sobreviveram. Prazer em revê-lo Jiro. SANDRA GNOCCHI

    • Sandra, que surpresa boa ver você aqui. Vou comentar com a Virgínia, que vai ficar feliz em saber de você. Gostamos muito de você e esperamos que você esteja muito bem. Beijos e saudades.

      • Opa! Que bom que você lembrou de mim! Por favor, anote meu telefone e peça pra Virgínia, quando puder me telefonar. Ficarei muito feliz em falar com ela. E, Jiro, adorei a entrevista. Viajei para um passado que foi tão bom! 99991.1591 – abraços enormes

  6. Como vai, Sr. Jiro Takahashi?

    Meu nome é Rafael Dias e sou aluno do 4º JOC da Faculdade Cásper Líbero.
    Como trabalho de conclusão de curso (TCC) de Jornalismo, decidi fazer um livro-reportagem abordando perfis de autores da coleção Vaga-Lume da Editora Ática e de profissionais ligados ao projeto, como ilustradores.
    Considerando sua atuação como um dos editores da série, gostaria, se possível, de entrevistá-lo para a produção do trabalho pois seu depoimento e perfil seriam de grande ajuda na composição do projeto.
    Caso possua disponibilidade, agradeço.

    Rafael Dias – Faculdade Cásper Líbero – Turma: 4º JOC

  7. É sempre uma grande alegria ler e rever esse tão respeitável mestre!
    Poucas pessoas são capazes de nos inspirar, cativar, tamanho o amor que sentem pelo seu trabalho.
    Cursando o primeiro semestre de Tradução e Interpretação na ex-Unibero tive a oportunidade de me apaixonar ainda mais pelas Letras.
    Obrigada, Jiro, simplesmente por ser a pessoa que é. Quando crescer quero ser como você! rs
    Grande abraço.

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