Amigas e coincidências. Pontes e caminhos a percorrer

[ Amigas e coincidências. Pontes e  caminhos a percorrer ]

1. Há alguns anos, pensei que estava com câncer de útero, mas graças aos Deuses foi só um susto. Acabei escrevendo um conto sobre uma criança com leucemia. Leia o conto, 21 horas e 30 minutos, num dos posts abaixo.

2. Coincidência. No trajeto que eu fazia para levar a minha filha ao antigo colégio, passávamos em frente ao Itaci, Instituto de Tratamento do Câncer Infantil. O prédio sempre me intrigou, um hospital colorido e moderno por fora. E há mais ou menos um ano, o Luiz e eu fomos conhecê-lo, doamos alguns dos nossos livros para as crianças. Relatamos a nossa visita ao hospital no Achados & Perdidos, foi uma experiência  muito gratificante. 

3. No ano passado eu fiz um curso de Contação de Histórias com origami. Conheci a orientadora, Irene Tanabe, voluntária na Associação Viva e Deixe Viver, onde atua como contadora de histórias. Viramos amigas, e ela sempre me conta histórias fantásticas, mas ao mesmo tempo, muitos tristes. São histórias reais, com crianças que ficam internadas em hospitais. Outro dia, trocamos e-mails. Perguntei pra ela, se ela já havia assistido o filme My sister’s keeper, um filme lindo! Eu me emocionei muito. Veja o link acima com a sinopse do filme que foi baseado no livro de Jodi Picoult. 

A Irene me respondeu que ainda não tinha assistido, mas que tinha vivenciado um drama parecido com uma adolescente em um hospital. Nada como a vida real. Admiro muito a Irene, garota forte, que não tem medo de se doar.

Um feedback. Quando tinha uns 14 anos, aborrescente no auge, rs. A minha mãe me levou a um azilo de velhinhos. Nunca me senti tão bem. Conversei com todos eles e até fiz alguns sorrirem. Meu primeiro trabalho voluntário. Obrigada, mãe.

4. Na semana passada, recebi o e-mail de uma amiga e companheira de literatura, a Silvana Guimarães, lá de BH. Nunca a conheci pessoalmente, incrível o mundo virtual. Ela estava mais tranquila, os resultados foram negativos para o diagnóstico de cancêr. Que alívio, e que sofrimento. Mandei uma das minhas caixinhas de tsuru pra ela. O tsuru é o símbolo da Longevidade e da Paz

5. Hoje, eu recebi um outro -mail, de outra amiga, a Regina. Companheira de internet também, mas ela eu a conheço pessoalmente, rs. O conteúdo continha uma iniciativa linda, o título era: Doe palavras!

E o texto continuava: “O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto sensacional que se chama “DOE PALAVRAS”.

Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho.

Você acessa o site http://www.doepalavras.com.br, escreve uma mensagem de otimismo, curta (como twitter) e sua mensagem aparece no telão para os  pacientes que estão fazendo o tratamento. 

Não resisti e repassei pra minha lista de e-mails. A minhas palavras foram em homenagem às mães que lutam pelos seus filhos, e que nunca desitem, nem no último minuto.

Deus não pode estar em todos os lugares e por isso fez as mães. (ditado judaico)

Hoje, sou uma pessoa melhor, tantas emoções e momentos divididos com estas mulheres. Obrigada por serem minhas amigas! 

Abraços Dobrados.

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