Ilustrando o meu novo livro

[ Ilustrando o meu novo livro ]

O meu novo livro infantil está ficando fofo, rs. Ele é bem simples, em preto & branco.

O livro une duas artes: a da literatura infantil com a arte da dobradura (origami) em um único contexto, um romance infantil. O origami foi usado para despertar na persnagem a criatividade, a imaginação e a percepção. Desta forma, a arte a ajudou a entrar no mundo dos adultos.

Tema principal: a descoberta da amizade e dos sentimentos.

Personagens principais: menina de 9 anos, ela se chama Sofia. Ela é muito inteligente e questionadora. E a SuperAvó (apelido dado por Sofia para a avó emprestada), professora de origami que passa a ser sua amiga, confidente e avó.

O objetivo principal deste livro é o de divulgar a arte milenar do origami, unindo-o com a literatura. O origami é praticado em todo o mundo e é muito apreciado não só pelas crianças, mas por milhares de adultos.

A prática do origami trabalha com o lado físico e o lado emocional da pessoa. Estudos comprovam que ao trabalhar com as duas mãos é exercitada toda a parte do cérebro. Exercitando ainda a coordenação motora, atenção, visualização espacial e a criatividade. Mas não é apenas para crianças que os especialistas no assunto defendem o origami. Muitas empresas já propõem cursos para os funcionários como atividade de relaxamento e, dentro do programa de integração, as aulas ajudam a sociabilizar as pessoas e fazer com que elas trabalhem em grupo. Também vem sendo usado pela psicologia para estabelecer relações, permitir análises e interpretações.

Na arte-educação ele desenvolve nos alunos a concentração, a paciência, a memorização. O origami trabalha principalmente com a coordenação motora fina e a percepção, juntamente com a socialização das crianças e adultos. Uma criança ou adulto ensina a outra que tem dificuldade em alguma dobra.

O origami também é muito usado no ensino da matemática, na geometria, na percepção de objetos bidimensionas e tridimensionais. Esta arte pode ser praticada até por deficientes físicos, trabalhando a arte-terapia. Temos um exemplo no Japão onde uma criança sem braços e pernas que fez uma dobradura com o queixo. O seu  professor de origami, Saburo Kase, também tem deficiência visual, ele é cego.

Desta maneira, pra mim e pra muitos, o origami é imprescindível nas escolas e nos lares brasileiros. O origami também pode ser uma fonte de renda para as famílias carentes, pois muitos dos origamis servem como decoração e são muito apreciados.

O custo do material utilizado é baixo, pode ser usado qualquer tipo de papel, até o reciclado: presente, revista, jornal, sulfite etc. Desta forma pode ser sempre praticado facilmente em salas de aula, pelos professores das escolas públicas e em todo lugar onde haja apenas uma folha de papel.

Um dos origamis que dobrei, uma amostrinha, rs.

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2 pensamentos sobre “Ilustrando o meu novo livro

  1. Parabéns, Terezinha, fico muito orgulhosa por conhecer alguém tão especial. Alguém que se preocupada com o ser humano. Semana passada li a matéria sobre a estação metroviária de Higienópolis e ficou bem claro a preocupada do povo: o ter. Você, com este gesto, entendeu a essência: todos têm o mesmo valor.

    Abraços

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