2019! Ano do Porco.

Bombom dia! Para 2019, ano do Porco no horóscopo chinês. Muitas dobraduras de porquinhos (Origami Paper Pig de Fuchimoto Muneji), rs. Ainda não escrevi um livro com um personagem porco, quem sabe eu ainda escrevo, rs.

Abraços Dobrados Rosas e com Humor.

Ano porco livros tereza

“O Ano do Porco começa em 5 de fevereiro de 2019 e acaba em 24 de janeiro de 2020. O Porco é o décimo segundo e último signo do zodíaco chinês, fechando assim um ciclo de 12 anos com muito bom humor. Será um ano perfeito para fazer balanços e para descansar, cheio de lazer e de leveza para aqueles que conseguiram aproveitar todo o potencial oferecido durante esses últimos anos. O clima estará mais leve, com boas vibrações. Carpe diem! Será o momento de fazer uma avaliação, um balanço geral dos últimos 12 anos. A oportunidade será perfeita para rever e classificar todas as suas conquistas, para se livrar de coisas que não usa mais, e também de situações ou pessoas que não lhe agregam mais nada ou que são tóxicas para você. Uma grande faxina lhe espera este ano: será uma grande oportunidade de terminar tudo o que está em andamento e que vale a pena ser concluído. Será também necessário decidir certas questões: é pegar ou largar! Você se prepara para um novo começo, talvez um renascimento.”

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Esses miniporquinhos são muitos fofinhos e traquinas!

Jovens mudando o mundo!

Apenas 33% da população brasileira teve, como Bernardo, alguém que o incentivasse a ler. Para 15%, essa pessoa foi a mãe ou responsável do sexo feminino (11%) e o pai ou responsável do sexo masculino (4%). Os dados são da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil (2016), que diz ainda que 44% da população não lê e 30% nunca comprou um livro.

Quando o Colégio Albert Sabin pediu que seus alunos (tem até o Ensino Médio) mergulhassem nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU e criassem projetos relevantes, a ideia de uma biblioteca foi natural para Bernardo, e foi fácil convencer os amigos Leonardo Jun, Pedro Baccalá e Rafael Romano. Houve um prêmio no final, e a Biblioteca Social Colaborativa dos meninos, instalada em uma das 10 geladeiras que iriam para o lixo e que eles ganharam de uma fábrica de sorvete, e que hoje funciona no pátio da Emef Conde Luiz Eduardo Matarazzo, pertinho do Albert Sabin, venceu.

objetivos_porthttps://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/

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https://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,em-tempos-de-crise-ideias-criativas-fazem-a-literatura-circular-pelo-brasil,70002629209?utm_source=estadao:facebook

 

Abraços Dobrados Aprendizes

Abraços Dobrados Aprendizes

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Sabedoria
“Há cinco degraus para se alcançar a sabedoria: Calar, ouvir, lembrar, sair, estudar.” Quando você se cala você presta mais atenção nos estudos e na vida. Quando você ouve com atenção você aprende com mais facilidade. Quando você lembra você aprende. Quando você sai você alivia sua mente para que comece o processo criativo e quando você estuda você faz com que todas essas ações se tornem ainda melhores.”

motivacao-estudar-10

https://estudareaprender.com/10-frases-de-motivacao-para-estudar/?fbclid=IwAR2n38UM4AacMRAqoBSNK4-J1QFcVHM4qgrsPRtXDM8SAxnTLFw3rb8Y_lM

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Abraços Dobrados e Mãos e mente em Movimento!

A 20ª Festa do Livro da USP está chegando! “Mãos Mágicas”

A 20ª Festa do Livro da USP está chegando!
E a SESI-SP Editora estará lá com descontos de 50% a 70%.
Que tal já ir preparando sua listinha?

Abraços Dobrados Compartilhados e Mãos e mente em Movimento!

 

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“Mãos Mágicas”, a obra ganhou o Prêmio Jabuti 2016 na categoria Infantil Digital.

Captura de Tela 2018-11-24 às 06.43.48

Baixe o aplicativo: https://itunes.apple.com/us/app/id1050952132

Rabiskos & Rabiskos – Revista Helena

Rabiskos & Rabiskos

Ufa! Ilustrações entregues pra Revista Helena. Valeu, Omar!
Abraços Dobrados Agradecidos.


Trabalhando (primeiros rabiscos) na ilustração para a revista Helena! Viva. Abraços Dobrados Agradecidos e Parceiros.

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Já fui convidada para participar do número 7 da Helena (www.helena.pr.gov.br), a revista trimestral da Secretaria de Estado da Cultura e Biblioteca Pública Do Paraná. Com textos, fotos e ilustrações produzidas por colaboradores de todo o país. A Helena tem tiragem de mil exemplares e distribuição gratuita na Biblioteca Pública do Paraná e nas bibliotecas e escolas de ensino médio do estado, além de pontos de cultura de Curitiba. Também é enviada por correio para jornalistas, escritores, acadêmicos e artistas gráficos de todo o Brasil.

Revista Helena Faber9 2018-11-14 às 11.13.48

E para encerrar o ano, o querido Omar me deu dois presentes de Natal antecipados! Arigatou, querido editor, pelo convite. Aproveito para parabenizá-lo pelo excelente trabalho editorial na revista. Agora vou ilustrar um ensaio — uma honra —, de ninguém mais ninguém menos que a jornalista Adriana Negreiros, autora do livro “Maria Bonita — Sexo, violência e mulheres no cangaço” (Companhia das Letras).

“A rainha sádica do cangaço”
Biografia de Maria Bonita revela como a primeira-dama de Lampião ajudou a capturar, torturar e decapitar mulheres.

“Maria foi uma transgressora”, afirma Adriana. “Em pleno sertão do Nordeste dos anos 30, largou o marido, com quem era infeliz, para acompanhar o fora-da-lei mais procurado do Brasil. O esperado de uma mulher insatisfeita com o esposo mulherengo era que se conformasse com a situação. Nesse aspecto, foi uma mulher ‘empoderada’.

“Imprensa, rádio, cinema e poemas de cordel espalharam o mito romântico de Maria Bonita como a Joana d’Arc da Caatinga, heroína destemida que cavalgou ao lado do cangaceiro Lampião para combater o despotismo dos coronéis e do governo. Intelectuais de esquerda e feministas viram nela precursora da liberdade sexual e símbolo da redenção do povo oprimido. Houve ainda os que denunciaram nas práticas do casal o que de pior o banditismo rural já perpetrou. Estes últimos parecem ter sido mais fiéis à condição de Maria Bonita e outras mulheres que seguiram as falanges de cangaceiros e aterrorizaram o Nordeste entre 1930 e 1940. Se muitas eram estupradas quando crianças e forçadas a entrar no crime, Maria virou cangaceira por convicção. É o que demonstra a jornalista Adriana Negreiros no livro “Maria Bonita — Sexo, violência e mulheres no cangaço” (Companhia das Letras). Ela sustenta que a primeira-dama de Lampião foi produto da selvageria e das superstições reinantes no sertão. A novidade é assestar o cangaço do ponto de vista das mulheres. A autora queria saber por que as narrativas das cangaceiras foram desacreditadas pelos historiadores.

“Concluí que se trata da mesma lógica que, até hoje, insiste em transformar vítimas em culpadas”, diz à ISTOÉ. Luís Antônio Giron – istoe.com.br/a-rainha-sadica-do-cangaco