Teias e tramas

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Teias e tramas

O que é o homem sem a natureza?
Mundo de teias caóticas
Velocidade imperando
Informações em terabytes
Ruídos gritantes
Máquinas redobradas
Hábitos perdidos
Observar
Meditar
Contemplar
Mundo de teias acinzentadas
Aranha-céus de vidro
Homens perdidos em
Redes sociais e em
Teias e tramas

O que é a natureza sem o homem?
Mundo de teias organizadas
Ruídos silenciosos
Ecos líquidos
Céus límpidos
Observar
Meditar
Contemplar
A natureza acolhe
Herda o lixo que o
Homem deixou
Aranha-céus verdes
Teias e tramas integradas
Natureza
Livre ou mutante?

Tereza Yamashita

Teias e Tramas1 2018-10-20 05.47.11

Como sugestão da professora Cristiane do curso Arte, Natureza e Estética, da UMAPAZ, eu fiz uma nova releitura com o material/folhas e galhos secos recolhidos no parque do Ibirapuera. Me lembrei de uma moldura antiga, e sem uso que estava guardada, rs. Acabei utilizando-a como suporte para o meu quadro, tecendo uma teia com fios de náilon. O ninho central de origami foi feito com embalagens tetra pak, reutilizando as caixas de leite. Teci também, um poema para complementar o meu trabalho “Teia e tramas”.

Teias e Tramas2 2 2018-10-20 05.48.09

Abraços Dobrados com Teias e Tramas e Mãos e Mente em Movimento.

Babel Babilônia de Nelson de Oliveira/Luiz Bras

Para relembrar!
A Babel suspeita de Nelson de Oliveira, José Leonardo Tonus

“As fotomontagens realizadas pela artista plástica Tereza Yamashita, inseridas na antologia Babel Babilônia, de Nelson de Oliveira, publicada em 2007, sugerem a presença de um enredo iconográfico que, concomitantemente aos dispositivos paratextuais e ao conjunto das narrativas aqui presentes, vêm apoiar uma refl exão acerca da crise de valores que atravessa nossa sociedade. Estas criam um efeito de redundância que, para além de assegurar a legibilidade discursiva, aponta para a emergência de uma voz autoral compromissada que nos leva a nos interrogar sobre as funções e os limites das relações semântico-pragmáticas existentes entre texto, imagem, intertexto e arquitexto.”

https://www.estantevirtual.com.br/livros/nelson-de-oliveira/babel-babilonia/2889805001

Abraços Dobrados

[ Artigo acadêmico sobre o livro Babel Babilônia, de  Nelson de Oliveira/Luiz Bras (confira aqui a mudança), Editora Callis e sobre as minhas ilustrações digitais!]

Em 2007, o Luiz ganhou um bolsa do PAC  Programa de Acão Cultural da Secretaria de Estado da Cultura, do governo do estado de São Paulo. O projeto do livro e da capa foi feito em dupla, com o Teodoro Adorno. Eu fiz as ilustrações digitais (fotomontagens) a partir de fotos tiradas em locais em que a natureza e as ruínas da civilização estão em luta silenciosa.

E agora, em 2012, vimos o artigo acadêmico (confira aqui) sobre o livro na revista Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, n. 37. Brasília, janeiro-junho de 2011, p. 79-91. Arquivo PDF.

A Babel suspeita de Nelson de OliveiraJosé Leonardo Tonusprofessor de literatura brasileira na Sorbonne (Paris IV).

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Fim ou início de um ciclo?

#EdiçõesBarbatana #FilipersonPapeisEspeciais #PapelSemente #UMAPAZ
No zen-budismo, a Monja Coen sempre nos alerta:
“Nada é fixo nem permanente… As coisas que nós adquirimos e perdemos, mudam… A vida é isso, essa transitoriedade. Tudo é transitório, o que era ontem pode não ser hoje. Como é que vai ser? Nada se repete, tudo acontece uma única vez. Você pode repetir o momento de hoje, com a mesma roupa, do mesmo jeito, mas o momento é único, jamais se repetirá. Tudo na vida sóacontece uma única vez, mas a gente não aprecia, a gente reclama…” – Monja Coen

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Pensando nisso, eu creio que aproveitei cada momento, cada instante da criação do meu livro “A cidade das dobraduras”. Confesso, não foi fácil e teve fases em que doeu um pouco, rs… Toda vez que o original foi recusado ou ignorado por uma editora, toda vez que não passou pelo crivo dos críticos de um concurso literário, toda vez que não foi valorizada a milenar arte do origami (minha pequena militância), e assim por diante. Foi um processo longuíssimo desde o primeiro curso de Arte e Sustentabilidade, onde escrevi o conto do qual germinou a semente de todo o projeto. Enfim, não estou reclamando, pois foi um grande aprendizado. Confesso: às vezes, reclamei pro querido ilustrador Teo Adorno. Obrigada por aguentar o meu mimimi e pelas lindas ilustrações.

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Enfim, o resultado está quase completo, terminei de construir a cidade das dobraduras literalmente. Fiz com com o Papel Semente (Andreia e Felipe) e com os papéis da Filiperson (Sr. Ricardo, sr. Paulo, Thaís e toda a equipe de marketing). Sou muito grata pelas parcerias e pela confiança em meu trabalho artístico. Grata a todos (professores e amigos) que participaram de todo o processo, me ensinando, me apoiando e prestigiando o livro.

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E agora a finalização: por sorte eu termino o processo também na UMAPAZ, com o lindo curso Arte, Natureza e Estética. Creio que fechei o ciclo com chave de ouro. Muito grata também às Edições Barbatana, aos queridos editores Paulo Verano e Angela Mendes, por acreditarem em uma cidade invisível. E assim convido os amigos para a exposição que acontecerá na UMAPAZ, com todos os trabalhados dos alunos do curso, no último dia de aula, 27 de outubro. E, para quem não puder prestigiar a expo, deixo aqui algumas fotos de “A cidade das dobraduras”.

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Que o tsuru (grou) símbolo da Longevidade e da Paz, nos acompanhe em todos os momentos! Mãos e Mente em Movimento e Abraços Dobrados Agradecidos pela Transitoriedade da Vida.

 

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Coincidências 2

Bom dia, bom domingo. Abraços Dobrados Reflexivos.

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Do livro “Contos e Lendas de Macau”, Editora SM. De Alice Vieira, com as lindas ilustrações de Alain Corbel, o conto: “Uma voz do fundo das águas”:
“Então os conselheiros começaram a murmurar: “— Que faz um poeta junto do rei? Que conselhos pode dar, se seu ofício não é esse? Mas Huai não os ouvia, e continuava a querer Ch’u Yuan a seu lado. E de novo os conselheiros murmuravam: — Que sabe um poeta de coisas da governação? Que sabe um poeta de assuntos de Estado? Que sabe um poeta de leis, de guerra e de combate?

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Mas Huai não os ouvia, e continuava a querer Ch’u Yuan ao seu lado. E seus conselhos eram justos. E o reino progredia.
Com Ch’u Yuan sentado junto de Huai, as leis eram cumpridas. Os negócios eram claros e honestos. E quem tinha poder não o exercia à custa daqueles que não o tinham. E quem era rico era-o à custa do seu trabalho e não do trabalho dos outros. E por isso os conselheiros murmuravam: — Com Ch’u Yuan a aconselhar o rei, nunca mais poderemos enriquecer à vontade!”

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Adoro a frase: “A book is a present you can open again and again”. anonymous

Adoro a frase: “A book is a present you can open again and again”. anonymous

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Link do vídeo, clique aqui.

Bom dia. Alguns livros aparecem misteriosamente em nossas mãos como num passe de mágica, parece que ele te convida para a leitura! Adorando os “Contos e Lendas de Macau, histórias de ar misterioso, em que conflitos e as sutilezas humanas se mostram”. Eu sempre comento aqui no face, em meus posts, que adoro coincidências! E encontrar essa livro foi mais uma grande coincidência. No sábado, eu retorno com os estudos de cerâmorigami… E o terceiro conto, que li agora há pouco, “As mãos de Lam Seng”, conta a história de um escultor que fazia bonecos de arroz. Muito interessante. Amei.

Abraços Dobrados e Mãos e Mente em Movimento.

Sinopse: Contos e Lendas de Macau: (A partir dos 8 anos) São seis histórias e lendas de Macau. Histórias onde os homens vivem lado a lado com os deuses. Histórias de amores contrariados, de pássaros que sabem prever o futuro, de poetas que falam línguas diferentes das que se falam nas cortes dos poderosos. São histórias de magia. Histórias onde tudo pode acontecer. autor: Alice Vieira e ilustrador: Alain Corbel

Filosofando com arte!

Filosofando com arte!

Na quinta-feira, na UMAPAZ, eu me lembrei do conto abaixo reproduzido, e que eu amo, rs, do livro “Contos Filosóficos”, pela Ediouro. Ganhei o exemplar da querida Eni, da editora Biruta. Arigatou! Eu me recordei porque a professora Magnólia comentou sobre o sublime na obra de arte, e recomendou o livro do Edmund Burke, “Uma investigação filosófica sobre a origem de nossas ideias do sublime e do belo”, Editora Papirus.

[ Contos filosóficos ]

“Jean-Claude Carrière compilou, por mais de dez anos, contos dos mais diferentes povos. São histórias engraçadas, inteligentes e, muitas vezes, misteriosas, mas que tocam todos os pontos da interrogação humana, aguçando a curiosidade e a inquietude. Neste livro, o leitor verá que, em uma história, é difícil discernir o verdadeiro do inventado, uma vez que, algum tempo depois, o real e o imaginário se unem.”

Os melhores pintores
“O persas contam que certo dia um concurso de pintura foi organizado entre dois grupo de artistas. Uns eram chineses, os outros, de Bizâncio. Viviam na corte do mesmo príncipe e não paravam de disputar entre si. O príncipe decidiu, então, fazer com que os dois grupos se enfrentassem num concurso. Os dois grupos de pintores, colocados numa sala dividida por uma cortina em dois espaços iguais, foram encarregados de decorar as duas paredes que ficavam uma em frente da outra. Os chineses pediram uma grande quantidade de escovas, pincéis e tintas de todos os tipos e cores. Os pintores de Bizâncio, para surpresa geral, não pediram nada. No dia da apresentação, o rei veio com toda a sua corte. O primeiro a ser descoberto foi o afresco chinês e todos ficaram maravilhados. A obra foi considerada um trabalho insuperável. Descobriram então a parede reservada aos pintores de Bizâncio e viram sobre a parede, porém invertidas, as mesmas figuras e as mesmas cores que estavam na parede dos chineses. Os pintores de Bizâncio haviam se contentado em polir incansavelmente seu muro, a ponto de torná-lo semelhante a um espelho resplandecente. A pintura dos chineses refletia-se nessa parede sem ser prejudicada pela aspereza do próprio muro e dos defeitos inevitáveis de toda matéria. As imagens ganhavam ali uma pureza, um encanto, uma leveza, que as tornavam particularmente mais belas pelo fato mesmo de ser impossível tocá-las.”

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Mudando de assunto, rs.

Muito feliz, chegaram os papeis da parceria Filiperson! Papeis Filiperson Filiart Renaud – Desenho, Pintura e Aquarela e Filiperson Croquis, nos formatos A3 e A4.

O pessoal do marketing aprovou o meu pedido de amostras para o Curso Teórico-Prático: Apreciação Estética: Arte e Natureza Trilhando com a Natureza, no Parque Ibirapuera, em busca do olhar artístico e Visita ao Jardim das Esculturas, MAM, Parque Ibirapuera.
Abraços Dobrados Agradecidos, Mãos e Mente em Movimento e Vamos desenhar, rabiscar e soltar a imaginação com a natureza. Viva!

Papeis Filiperson Filiart Renaud – Desenho, Pintura e Aquarela

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Papeis Filiperson Filiart Renaud – Desenho, Pintura e Aquarela.

Bombom dia! Muito feliz, chegaram os papeis da parceria Filiperson! Papeis Filiperson Filiart Renaud – Desenho, Pintura e Aquarela e Filiperson Croquis, nos formatos A3 e A4.
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