Fiquei assustada com esta notícia. Quanta gente! Pois é, na sexta-feira passada fui pegar os meus origamis
no Prédio Histórico dos Correios no centro. Uma loucura, congestionamento daqui do estúdio, em Perdizes, até o centro. Nunca tinha visto tantos ônibus e carros juntos. Já tinha me esquecido como era o centro de São Paulo.

LONDRES (Reuters) – Em vez de nos preocuparmos com os números quando a população mundial chegar a 7 bilhões de habitantes na semana que vem, devemos pensar sobre como fazer do planeta um lugar melhor para as pessoas morarem, defendeu a Organização das Nações Unidas (ONU) em um relatório. Veja a matéria aqui

Pois é, será que a adoção de milhares de crianças carentes ajudaria? Creio que sim. Este é o tema do nosso livro, da Editora Formato. Relembrando um post antigo:

A Família Fermento na rádio da UNESP ]

Ouça aqui a entrevista número 19 na rádio da UNESP com Oscar D’Ambrósio, jornalista e crítico de arte.

O nosso livro chegou!!! Ficou lindo, muito fofas as ilustrações, porém fiquei um pouco triste, caprichei no projeto da capa e esqueceram de colocar nos créditos o meu nome, snif. Acidentes acontecem. Pois é, publicar um livro é como ter um filho. Demoramos pra decidir se queremos ou não ser pais ou escritores… No nosso caso somos os dois, e por isso fizemos uma brincadeira. São pequenas analogias:
1. Um livro demora em torno de nove meses para ser escrito.
2. Durante a gestação enfrentamos dúvidas terríveis: o personagem, ou o bebê, será menino ou menina? Que tipo de vida ou de enredo vamos dar pra ele(a)?
3. Qual o nome ou o título que daremos pra ele(a)?
4. Ficamos inseguros, será que vai ser uma obra-prima, será perfeito?
5. Chega a hora do nascimento ou da publicação: que agonia, dói a separação.
6. Quando nasce ou é impresso: que alegria, que alívio.
7. Alguns dizem que é a cara do pai, outros, a cara da mãe, outros não dizem nada, ficam meio indiferentes.
8. Damos uma festa ou fazemos um lançamento para a aprovação dos familiares e dos amigos.
9. Então vêm as críticas, os elogios…
10.Mas nada importa, é a nossa criação: bebê ou livro, nós o amamos incondicionalmente.Como sempre dizemos: a Érica e os nossos livros são as nossas melhores criações, rs. No livro nós falamos de vinte e duas crianças que foram adotadas pelo mesmo casal. Loucura? Um tema polêmico? Veja aqui uma matéria sobre adoção: Burocracia atrasa adoção de cerca de 1.300 crianças. A realidade é outra, enfim…
Assista o booktrailer do livro:

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