[ 25 de Maio - Dia Nacional da Adoção ]

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Outros posts sobre adoção no Abraços Dobrados:

http://yamashitatereza.wordpress.com/2012/06/22/adocao/

http://yamashitatereza.wordpress.com/2012/05/26/25-de-maio-dia-nacional-da-adocao/

Preconceito e adoção, temas delicados

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Temas ao mesmo tempo opostos e tão ligados. Se houver preconceito não haverá adoção. Em nossos livros trabalhamos os dois temas separadamente e, ao mesmo tempo, juntos.

Curiosidade!

Os alunos de uma professora de primeira série estavam examinando uma foto de família. Uma das crianças da foto tinha os cabelos de cor bem diferente dos demais. Alguém logo sugeriu que essa criança tivesse sido adotada. Logo uma menina falou:
— Sei tudo sobre adoção, porque eu fui adotada. Logo outro aluno perguntou-lhe:
— O que significa “ser adotado”?
— Significa — disse a menina — que você cresceu no coração de sua mãe, e não na barriga!

Temas abordados pelos livros abaixo:

• preconceito e adoção

Troca de Pele é a história de Éric, um menino colorido, ruivo e de olhos azuis, numa cidade chamada Xadrez, que é toda cinza, preta e branca. Lá ele sofre o preconceito de quem é diferente. Até que um dia encontra Zilá, uma cozinheira sem filhos, que trabalha no Colégio Aprender. Zilá, o marido Jamil e Éric formam uma família que não liga para a cor da pele. Escrito para jovens, mas tratando de um assunto muito sério, Troca de Pele é um livro sobre a igualdade e o poder da imaginação para transformar o mundo.

Troca de PeleEditora Hedra: (Livraria Saraiva, Micrópolis, Criatividade Premiada, Firulas e Divagaçõesbooktrailer do livro)

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A família Fermento contra o super-vírus de computador, Editora Saraiva/Formato: (CobraNorato, Sobre nossos livros, 7 bilhões de havitantes, Entrevista Rádio UNESP, booktrailer do livro

Fernanda e Frederico Fermento são os pais de 22 filhos adotivos, que estão proibidos de mexer no computador novo, recentemente instalado por um técnico muito mal-humorado que não gosta de crianças. Os irmãos mais velhos influenciam a caçula Zezé a ligar a máquina, que imediatamente pifa. Então, aparece na tela a cara redonda e vermelha do técnico que esteve em casa: um vírus poderoso. Com uma risada tenebrosa, ele suga todos os irmãos para dentro do computador. Lá no ciberespaço, os fermentinhos são clonados e vivem aventuras até conseguir fugir por uma escada virtual. Com a ajuda de um gato falante, voltam para casa, mas percebem que Zezé ficou para trás. Para resgatar a caçula, contam com a ajuda de Fernanda e Frederico e acabam encontrando Zezé na sala de arquivos virtuais, onde, sem querer, ela apaga o supervírus e começa a organizar a bagunça…

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• Preconceito

A menina vermelha, Editora Manole, booktrailer do livro, EMEF Maria Berenice, Revista CH das Crianças on line, Maleta da Marieta – Portugal, Tiranossauro Rex, Dia Internacional do livro infantil, Presentes.

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Quem tem o direito de decidir qual a cor da nossa pele?
Íris é uma menina cheia de imaginação, que sempre gostou de desenhar e pintar. Ela ama as linhas e as cores.
Mas seu mundo fica ao contrário quando ela conhece Siri, outra menina que também adora desenhar e pintar. O mais incrível é que Siri mora no mundo-dentro-do-espelho. Ela é o reflexo de Íris.
Juntas, elas e seus amigos vão lutar contra o preconceiro de um tirano grosseiro e mal-humorado. E você vai descobrir que as pessoas podem ser azuis, verdes, laranjas, violetas, vermelhas… Enfim, de muitas cores!

• Adoção

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Ganhei uma menina, Editora Scipione, Teaser do livro, Adoramos os animais, Nossos livros

Quiuí é um cachorro de estimação como vários outros. Mas, ao nos contar como é a sua vida, descobrimos outra realidade – ou pelo menos uma nova perspectiva dos fatos, observados agora de cima de quatro patas. Assim, podemos acompanhar o dia a dia canino e tudo o que ele tem de mais divertido. Conforme a perspectiva do nosso amigo peludo, os cachorros são donos do próprio nariz. Para lhe fazer companhia, por exemplo, Quiuí possui dois bichinhos de estimação: Pedro e Paula. Como o casal trabalha em casa, os três estão sempre juntos no apartamento. Dono do pedaço, Quiuí come bem, passeia todo dia, dorme e brinca sempre que quer. Quando não recebe atenção ou quando está um pouco entediado, já sabe: é só fazer a maior bagunça em casa que os seus bichinhos Pedro e Paula logo vêm pra perto. Um dia, Quiuí começa a desconfiar do comportamento do casal, até que, no dia do seu aniversário, descobre que a causa do mistério era o seu presente – uma menina! Pedro e Paula adotam uma criança, e Quiuí se sente extremamente feliz com a novidade. E é ele mesmo quem dá o nome à garota: Érica. Ganhei uma menina! é um divertido livro que brinca com as perspectivas e, de uma maneira inusitada, trata de um tema delicado para as crianças, que é a adoção.

Sobre os autoresilustradora

Aqui um vídeo ( X Factor Australia – Emmanuel Kelly ) que achei maravilhoso, trata-se de adoção, preconceito e superação. Recomendo.

[ Dia Mundial da Internet! ]

Dia Mundial da Internet 17 de maio.

http://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-internet/

A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em janeiro de 2006 e é também conhecida como Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação.

A Internet teve origem no decurso da segunda guerra mundial, nos finais dos anos 60, tendo como objetivo criar um canal de comunicação específico para os serviços militares norte-amercianos.

A internet provocou uma mudança no dia-a-dia das pessoas, na forma como comunicam entre si, como procuram informação, compram bens e serviços, entre muitas outras ações do quotidiano.

O Dia Mundial da Internet pretende assim fazer uma reflexão das potencialidades das novas tecnologias na vida dos cidadãos.”

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[ Ganhei uma menina! na Livraria da Vila, da Fradique Coutinho !!! ]

Adoro surpresas, principalmente as mais singelas! Na terca-feira, depois de um dia cansativo, encontramos o nosso livro Ganhei uma menina! exposto na prateleira dos infantis da Livraria da Vila, que felicidade!  

O nosso Quiuí  estava radiante na prateleira, rs. Arigatô!

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E na quarta-feira fomos ao centrão da cidade, rs. E aproveitamos pra ir à exposição de Cai Guo–Qiang, intitulada Da Vincis do Povo, em São Paulo. Esse renomado artista plástico chinês tem uma mostra no Centro Cultural Banco do Brasil até 23 junho – gratuito.

Não percam! Adorei! Fotos no face, clique aqui!

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 [ O grande mistério ]

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O grande mistério
 Tereza Yamashita

Ela chega misteriosamente sem avisar. Sorrateiramente, como um vento úmido e gelado. Somos pegos de surpresa e sem agasalho. Muitos dizem que é a melhor forma de encontrá-la. Muitos pedem ou sonham com o encontro: assim, sem convite ou sem compromisso. Como um sonho que passa rapidamente, um sonho de que não conseguimos nos lembrar. Não deixa marcas, apenas uma grande saudade.

Ela também chega de outra forma, menos sutil, deixando recados e nos avisando todos os dias da sua chegada. Ela escolhe o local e o horário, então aparece. No quarto das crianças, na casa dos adultos e dos mais velhos. Sem preferência.

Em outras vezes ela aparece raivosa, sem piedade. As crianças perguntam o porquê? Por que ela me escolheu?! Os adultos também fazem a mesma pergunta. Ninguém sabe a resposta. Dúvidas e mais dúvidas. Alguns a odeiam, outros a veneram, e muitos a provocam. De certa forma ela é muito criativa, não podemos negar.

Ela move o mundo de uma maneira misteriosa, sem explicações. Podemos dizer que ela ao mesmo tempo destrói e constrói novos mundos. É por sua causa que os grandes cientistas surgem, as grandes invenções são concretizadas. Os grandes heróis nascem, eles vêm das pessoas mais simples, como os nossos pais, os nossos amigos, professores, vizinhos.

Esses heróis nunca desistem… Querem sempre nos ajudar de uma forma ou de outra. Mas ela é implacável. Muitos recorrem à religião e outros à ciência. Mas nada a impede. Ela vem como um furação destruíndo e deixando sua marca por todos os lugares que passa, em todas as famílias… Em todos os lares.

E assim, sem mais nem menos, sem dar explicações, ela vai embora. Levando consigo as nossas esperanças, as nossas alegrias, deixando apenas uma grande dúvida, um grande vazio.

Ela nunca falha, não conseguimos impedi-la. Desde que o mundo surgiu ela se faz presente entre nós.

Ultimamente conseguimos enganá-la. Ganhamos dez, quinze anos a mais. Mas ela é paciente, finge que foi ludibriada e nos concede mais algum tempo, mas então ela retorna triunfante. Vestindo uma nova máscara, uma nova fantasia.

Mas nós também não desistimos, a cada ano a recebemos com mais tecnologia e com novos heróis. A surpreendemos também. Ela se pergunta, de onde esses humanos tiram tanta força, tanta coragem pra me enfrentar? Ninguém sabe responder. Ela só sabe que deve vir e nos visitar, sempre. Não queremos a sua visita, mas é inevitável, então nós a enfrentamos com a cara e a coragem. Um dia após o outro.

Uns dizem que é a esperança que nos move, outros dizem que é o amor.

Outros simplesmente aceitam a situação, e dizem que é o ciclo da vida, o começo e o fim.

 

Amour – Drama/Áustria, 2012

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Direção e roteiro: Michael Hanekee
Elenco: Emmanuelle Riva, Jean-Louis Trintignant, Isabelle Huppert, Alexandre Tharaud.

Georges e Anne são um casal de aposentados, que costumava dar aulas de música. Eles têm uma filha musicista que vive com a família em um país estrangeiro. Certo dia, Anne sofre um derrame e fica com um lado do corpo paralisado. O casal de idosos passa por graves obstáculos, que colocarão o seu amor em teste.

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[ Série Frases que eu gosto! ]

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Do maravilhoso livro: O coração do pincel de Kazuaki Tanahashi, editora Bertrand Brasil.

Na tradição da caligrafia oriental, não se deve retocar ou corrigir nenhum traço com o pincel. Cada pincelada deve ser definitiva; não há retorno. É exatamente como a vida.

Sinopse:

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Há mais de dois mil anos foi inventado na China um pincel com cabo de bambu que, desde então, foi utilizado para transmitir as grandes tradições da arte e filosofia orientais. No livro O Coração do Pincel, o artista japonês Kazuaki Tanahashi revela a sua compreensão da caligrafia e da pintura da Ásia Oriental – que envolve corpo, mente, coração, respiração e energia. Através de um estilo caracterizado pela delicadeza e pelo humor, o autor acrescenta às pinturas de O Coração do Pincel textos e versos com ensinamentos zen-budistas.

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Adorei o livro e recomendo!

Uma pincelada que fiz há muito tempo!

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[  Contitos - Homenagem para o Dia das Mães ]

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Três gerações!

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Uma pequena homenagem do Abraços Dobrados para a minha mãe (83 anos!!!) e para todas as mães do mundo!

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Adoro o som dos tambores japoneses, os taikos.

 Obs: Porta-retrato, ilustração e corações, origamis  Tereza Yamashita.

[ Tambores japoneses ]

Tereza Yamashita

Hoje foi um dia especial. Nós acordamos com os Beatles. O papai levantou cedo e nos fez uma surpresa. Foi o café da manhã mais divertido.

Meus pais adoram música — clássica, MPB e até o tal de rock’n’roll — e me ensinam tudo sobre ela. Só não gosto muito quando a mamãe dança, ela rebola demais e eu fico zonza.

Depois fomos à praia caminhar, tomar sol e escutar o som do mar.

De repente, ouvimos sons fortes e assustadores. Eu me encolhi toda, mas os meus pais, muito curiosos, foram ver o que era. Logo adiante, um grupo de jovens apareceu, tocando tambores enormes. A mamãe comentou que estavam tocando o taiko, uns tambores japoneses. Depois de um tempo eu me acostumei com o ritmo e até gostei, eram batidas fortes. O meu coração e o da mamãe estavam acelerados.

O som é hipnotizador, foi o que o papai falou no ouvido da mamãe. Eu também achei, e entrei no ritmo. Comecei a bater os pés e a mexer os braços e a cabeça, estava muito divertido.

Mas a mamãe não achou. Falou baixinho pro meu pai que já estava na hora. Meu pai ficou nervoso e foi a maior correria. Eu não entendi nada. Depois de um tempo, eu ouvi a mamãe dizendo que foi apenas um susto… Devia ter sido os tambores. Ainda não estava na hora de eu nascer.

Foi a minha primeira traquinagem, rs.

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Escrevi o contito acima  (Tambores Japoneses) para a Revista Crescer, mas o Domingo Animado  foi o escolhido, rs!

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Dias Incríveis-Alta

[ Rúcula com chantily ]

TerezaYamashita e Luiz Bras

— Sai pra lá. Você tá me apertando!

— Você é quem está com o pé na minha cara, ô!

— Ops… Tá ouvindo? Que música legal. Calminha, calminha… Dá um soninho…

— Acorda, seu preguiçoso! Não vê que tá na hora da gororoba? Olha ela aí.

— Hum! Salada de tomate, queijo fresco… êpa, rúcula com chantily?!

— Rúcula com chantily?! Hummm! É, até que ficou bom.

— Tô satisfeito! Agora é que está dando um soninho… Vou até esticar as pernas… Ei, dá pra tirar o cotovelo daí?

— Pára de gritar, moleque! Quieto. Ela tá lendo outro capítulo da história. Será que a Alice vai sair dessa encrenca?

— Eu gosto é do coelho nervosinho! “Ai ai, meu Deus, ai ai, meu Deus, é tarde, é tarde!”

— Puxa, hoje o tempo passou rápido. Olha só! Já tá na hora da gororoba esperta de novo.

— Sobremesa: sorvete de morango! Ôba!

— Eu adoro sorvete, mas ela tinha que colocar cobertura de massa de tomate? E ainda com queijo ralado?!

— Escuta! Parece que o papai chegou… Puxa, ela ficou superfeliz!

— Ouve! Presente, flores e cartão… Não escutei bem, que foi que ele disse pra ela?

“Feliz Dia das mães”.

— Caramba, ainda nem nascemos e eles já estão comemorando?!

— Apressadinhos.

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Este contito faz parte do nosso livro Dias incríveis, Editora Callis.

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Dica traquinas!

Crianças, deem dois livros de presente para a sua mãe no Dia das Mães. Um é de adulto, pra ela; o outro é infantil, pra você mesmo, rs. Ela nem vai perceber a segunda intenção. Um romance e um livro infantojuvenil!  Ela vai adorar ler o livro infantil pra você, kkkkkk. Ah, e não se esqueça do buquê de flores!

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Agora, novidades supimpas: Em breve sairá uma antologia de limeriques pela  editora Escrita Fina. A antologia foi organizada pelo ilustrador Danilo Marques. Eu participei da antologia com dois limeriques sobre o taiko. Legal, não!? Aproveito para agradecer pelo convite, arigatô!

Ah, O Luiz Bras fez uma linda entrevista com a Tatiana Belinky, precursora do limerique. Sairá na Revista do Sesi, aguardem! Ia me esquecendo, ele também fez uma matéria para o Sesi sobre a Cora Coralina!

[ O primeiro Bazar do Dia das Mães ]

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A arte do origami é o meu hobby preferido e todos já sabem, rs, mas nos últimos anos o meu trabalho de origami vem sendo requisitado para os mais diversos fins: em oficinas de origami, em lançamentos de livros, em escolas, em editoras e também para ilustrações, revistas e exposições! Estou muito feliz, nada como unir o útil ao agradável, não é mesmo?!

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E agora eu vou participar do bazar da Mari Kanegae, que foi a minha sensei de origami. Alguns anos atrás ela também me convidou para fazer uma maravilhosa viagem ao Japão em 2009 com o seu grupo de artes. Aproveito aqui para agradecer: arigatô, e dar os parabéns pelo aniversário do décimo ano do seu ateliê, o KamiArte.

Confiram a entrevista que a jornalista e escritora Marília Kubota fez com a artista no Jornal Memai.

Abaixo, as minhas caixinhas-supresa de tsurus, que dobrei especialmente para o bazar. Espero que gostem!

Creio que também reencontrarei algumas amigas do grupo de artes!!! Vocês estão todos convidados também!

Apareçam nessa linda confraternização de artistas e artesãs, para garantir um FELIZ Dia das Mães!

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[ Marilia Pirillo, direto do Rio de Janeiro: cidade das mil e uma maravilhas!]

A última mini-entrevista de 2011 é com a escritora e ilustradora Marilia Pirillo, direto do Rio de Janeiro. Eu não a conheço pessoalmente, apenas pela internet e por suas lindas ilustrações. Ela também participou da antologia Era uma vez para sempre , da Editora Terracota.

O que levou você a se dedicar aos livros infantojuvenis?

MP: Tenho lembrança de quando muito pequena ficar encantada com as ilustrações dos poucos livros que chegavam às minhas mãos. Ficava observando por longos períodos os detalhes, as cores, a luz. Ficava tentando descobrir com que material mágico e misterioso alguém podia desenhar daquela maneira. Pensava que, com certeza, não era com as mesmas canetinhas e lápis de cor que eu tinha no meu estojo. Fui crescendo, descobrindo novos materiais e livros. Li muito, comecei a escrever e, aos poucos, percebi que contar histórias era o que me motivava, através de imagens ou/e de palavras. O desejo de despertar esse mesmo  encantamento nos leitores é o que me move. A minha escolha pelos livros infantojuvenis se deve a minha crença de que eles podem ser pequenos portais mágicos para crianças e jovens se encantarem.

Em sua infância, quais os autores e artistas plásticos de que você mais gostava e quais os que mais a inspiraram?

MP: Tive poucos livros em casa, cresci assistindo a tevê, desenhos animados e muito Sítio do Pica Pau Amarelo. Tinha também a minha vitrolinha, onde ouvia repetidas e incansáveis vezes, até saber de cor, minha “Coleção Disquinho” com adaptações dos clássicos, músicas compostas e adaptadas por João de Barro e orquestradas por Radamés Gnattali. Na escola lembro de ler Mário Quintana (que eu amo!), Érico Veríssimo e Sérgio Caparelli, entre outros autores gaúchos. Enfim minha inspiração foi e ainda é multimídia.

Qual a sua opinião, como escritora e ilustradora, sobre a literatura infantojuvenil contemporânea?

MP: Outro dia assisti a uma reportagem sobre o stress que o bombardeio de informação vem trazendo para as pessoas. Na frente do computador nos afogamos em informação ao navegar pela rede. Um estudioso do assunto afirma que uma pessoa precisaria de seis anos para ler tudo que é publicado na internet em apenas um dia!  Na literatura infantil e juvenil o panorama não é muito diferente, a quantidade de livros publicados por ano é imensa! Vejo livros com recursos gráficos impensáveis há alguns anos, vejo novos escritores e ilustradores podendo publicar, inclusive de maneira independente, com muito mais facilidade. Vejo um mar de livros saindo das gráficas mensalmente. Acompanhar os lançamentos e ler essa quantidade de novos títulos se tornou impossível até mesmo para quem trabalha com LIJ. Assim, infelizmente, muitos bons livros passam despercebidos, pulverizados no meio de tantos outros. São livros excelentes que muitas vezes não passam da primeira edição, mal vendem 2.000 ou 3.000 exemplares. Vejo pais, professores e leitores perdidos nesse turbilhão, sem muitos parâmetros para escolher livros. Muitas vezes, seduzidos pela mídia, por temáticas ou por imagens, acabam adquirindo livros de pouca ou nenhuma qualidade literária. É a predominância da quantidade acima da qualidade. Será que essa enxurrada de livros forma leitores? Será que a literatura se tornou gênero de consumo rápido como o fast food? Será que nessa maré os livros de papel desaparecerão? Tenho mais perguntas do que respostas…

Você acha que há preconceito contra a literatura infantojuvenil, que as pessoas consideram a literatura adulta superior?

MP: Acho que as pessoas consideram a literatura adulta mais elaborada e se enganam ao pensar que escrever para crianças é mais fácil do que escrever para adultos. No meu entender escrever para adultos e para crianças é algo bastante diferente, mas igualmente difícil se você deseja fazer literatura de qualidade.

Para você, que também é autora, as pessoas andam lendo e escrevendo mais e melhor, nestes tempos de internet?

MP: Cerca de apenas 35% da população na América Latina tem acesso à internet, enquanto na América do Norte ela é usada por 75% da população, na África apenas 10% da população tem acesso às redes, ou seja, não estamos falando de algo consolidado, mas de algo ainda em processo. Eu tenho a impressão de que as pessoas que tem acesso à internet, talvez estejam lendo e escrevendo mais, mas não acredito que estejam lendo e escrevendo melhor. Acho que a escrita e a leitura na internet exigem rapidez, mas pouca profundidade.

Sobre a autora:

Nasci, cresci, estudei, casei e tive duas filhas em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Há cerca de oito anos mudei para o Rio de Janeiro, onde vivo atualmente. Me formei em Publicidade e Propaganda e durante cinco anos tive um estúdio, chamado Laboratório de Desenhos, onde trabalhei criando ilustrações para diversos materiais publicitários, informativos, educacionais e editoriais. Hoje me dedico exclusivamente à ilustração e a escrita de livros para crianças e jovens. Já ilustrei mais de trinta livros infantis e tenho cinco livros publicados com minhas histórias: Baratinada, minha estréia na literatura juvenil, O Menino do Capuz Vermelho, Bonifácio, o porquinho, Bagunça e Arrumação e o recém lançado Um fio de amizade. Para saber mais visite meu blog Garatujas e Divagações.

Mantém o blogue Garatujas e Divagações: http://www.mariliapirillo.com

Aproveito para agradecer a todos os escritores, ilustradores, contadores de histórias, editores e profissionais da área de literatura infantojuvenil que gentilmente participaram das mini-entrevistas. Comecei no Cronopinhos em 2005, quando publiquei o meu primeiro livro em coautoria com o Luiz Bras, Bia olhos azuis, Editora Alaúde. Depois dei uma desacelerada, mas neste ano retomei as entrevistas com mais fôlego, rs. Meus agradecimentos, e desejo de coração: um ótimo Natal para todos, e um 2012 com muitos livros e mini-entrevistas para humanos e mini-humanos, rs! Arigatô, kanpai e gambarê!

Lançamento 2013!  Homenagem ao poeta Manoel de Barros.

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Outros livros:

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• 60 Contos Diminutos – Editora Gaivota, 2012
• Um fio de amizade – Editora LaFonte, 2011
• O Menino do Capuz Vermelho – Editora Prumo, 2010
• Bagunça e Arrumação – Editora Prumo, 2009
• Bonifácio, o porquinho – Editora WMF Martins Fontes, 2009
• Baratinada – Editora Biruta, 2008
• Alguns segredos e outras histórias – coletânea de contos para jovens – Editora Larousse, 2008
• Quando tudo acontece de repente – coletânea de contos para jovens – coleção Entretempos – Editora Larousse, 2008

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[ Dia do Trabalho ]

Para o Dia do Trabalho escrevemos um miniconto muito divertido, Gente grande complica demais, que está na coletânea Dias Incríveis, da Editora Callis.

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[ Pinterest.com - Tereza Yamashita ]

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http://pinterest.com/terezayamashita/

[ IlustrOrigami - 2013 ]

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[ Sozinho no deserto extremo de Luiz Bras, Editora Prumo, está concorrendo ao Prêmio Portugal Telecom 2013!]

telecom [ Cândido - Nº 20 - Março 2013 ] As apostas da crítica. Quinze especialistas indicam os dez escritores mais promissores da literatura brasileira contemporânea: Luiz Bras/Nelson de Oliveira!

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Alguns livros do Luiz Bras/Nelson de Oliveira

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[ Lancamento do Luiz Bras, Sozinho no deserto extremo, Editora Prumo ]

Em São Paulo!

Foto: Teresa Senda Galindo – ilustradora – mini-entrevista aqui. E lindas orquídeas da Prumo, Arigatô!

Deixo aqui os nossos infinitos agradecimentos (e o pedido de desculpas, se alguém não foi fotografado, rs.) 1. A todos os familiares, editores e amigos (alguns vieram do interior e do litoral) que prestigiaram o Luiz Bras em sua estreia na Editora Prumo, o nosso muuuiiito obrigado, e esperamos que curtam o novo livro! 2. A toda a equipe da Prumo, que proporcionou esse evento maravilhoso, desde a edição do texto até a divulgação (Jiro Takahashi, Luciana Paixão, Richard, Roberta, revisão: Solange Pinheiro e Waltair Martão, produção de arte: Marcos Gubiotti, e assessoria de imprensa: Tatiana e Alexandre). 3. À Livraria Cultura, pelo espaço aconchegante. 4. E a todas as outras pessoas que de alguma forma cooperaram, divulgaram e torceram pelo livro (imprensa, web, televisão etc.) e compartilhamentos nas redes sociais.

Obrigado, queridos! Abraços Dobrados, Luiz Bras, Tereza e Érica Ah, as fotos estão no facebook!

E agora pra galera do RIO. E depois, RECIFE!

Matéria na Folha de São Paulo – 25/08/2012! Marco Rodrigo Almeida Foto do Luiz Bras: Zé Carlos Barretta/Folhapress

Novas fotos a caminho!

No lançamento, o amigo e escritor Flávio Viegas Amoreira disse que com literatura temos mesmo é que fazer marketing de guerrilha, achei ótima a expressão! Vou usar, ok? Pois é, quem sabe um dia o Brasil se torne um país de leitores!!! Subimos o booktrailer do livro com as fotos de Sampa. Confiram!

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No Metrópolis com Manuel da Costa Pinto e Adriana Couto. Nosso convidado no estúdio é o escritor aposentado Nelson de Oliveira. Aposentado para ficcção: ele continua a escrever ensaios e dar aulas. Quem assina agora os contos e romances é Luiz Bras, um alter ego de oliveira. E nós recebemos “eles” no estúdio para falar de “Sozinho no deserto extremo”: um livro que pertence a um sub-genero da ficção cientifica chamado “O último homem na terra”.

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A entrevista foi concedida no Fantasticon 2012 – VI Simpósio de Literatura Fantástica, em São Paulo.

[Uma pequena homenagem!]

Hoje é o Dia Nacional do Livro Infantil, 18 de abril, foi implantado em 8 de janeiro de 2002. A data foi escolhida por ser o dia do nascimento do escritor Monteiro Lobato, um dos precursores da literatura infantil no Brasil. No dia 02 de abril comemoramos o Dia Internacional do Livro Infantil, confira aqui.

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Nossos livros!!!

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Amanhã, dia 19 de abril, é o Dia do Índio. Nas férias retrassadas, o Luiz, a Érica e eu conhecemos um índio guarani. Ele nos ensinou como é maravilhoso andar na mata à noite, como é difícil atirar com o arco e a flecha. Entoou uma oração em guarani e o principal: nos ensinou como respeitar a natureza, as pessoas, as diferenças e também nos ensinou muito sobre a humildade. Arigatô!

Um Índio

Caetano Veloso

Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
E pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claro instante

Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias

Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá

Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto e cheiro
Em sombra, em luz, em som magnífico

Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer
Assim, de um modo explícito

(Refrão)

E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio

[ O nosso Quiuí vai viajar para Montreal, rs ]

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Daqui um tempo, o Quiuí e a Érica, personagens do Ganhei uma menina!, da editora Scipione, irão conhecer a Miya, uma garotinha muito fofa que em breve irá nascer. Ela mora muito longe daqui, em Montreal, no Canadá. Eu conheço a sua avó, a querida Kimi Nii, uma renomada ceramista! Sou aluna dela no Curso de Cerâmica do Sesc Pompéia. Chique não?!

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O Luiz e eu esperamos que a Miya chegue ao mundo com muita saúde, pois amor é o que não vai faltar! A vovó Kimi está transbordando de alegria e amor!

Lembrando do meu sogro, ele sempre diz: Com criança em casa não há tristeza!

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O nossos parabéns para os futuros papais e para a vovó!

Abraços Dobradinhos!

[ Coelho Bocarrão na Revista CH das Crianças, número 244! ]

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Ilustração da capa: Mariana Massarani (RJ) e da quarta capa, Rogério Coelho (Curitiba). Lindas!

Ontem recebi uma surpresa maravilhosa, a revista CH das Crianças com o Coelho Bocarrão em página dupla! Que alegria.

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A Cathia Abreu e a Bianca Encarnação, editoras (mini-entrevista aqui), o ilustrador Walter Vasconcelos (adorei o coelhinho verde!) e o editor de arte capricharam na edição da página dupla. Adorei a diagramação das minhas fotos do passo-a-pass0, ficaram muito legais! Vejam o detalhe dos ovinhos na numeração do diagrama. Muito fofo, não?! Outro detalhe: a chamada da capa com o coelhinho no alto da página, no cantinho direito, que charme! Amei, arigatô!

Não se esqueçam do vídeo do Coelho Bocarrão na CHC OnLine, no Blog do Rex para vocês acompanharem o passo-a-passo virtual!

Ah, o Sansão ficou morrendo de ciúmes do Coelho Bocarrão.

Coelho por gato… que negócio é esse, hein?!  Só eu quero sair em revistas e livros, miauuuuuu.

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Abaixo o post que coloquei na Páscoa! Divirtam-se.

[ Vamos reciclar e ao mesmo tempo praticar origami? ]

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Fotos: Tereza Yamashita

Que tal a gente tentar melhorar as nossas ações em relação ao planeta Terra?

Você já deve ter ouvido falar sobre a reciclagem, que é a reutilização de algo jogado no lixo, como as garrafas plásticas, as latinhas de bebida, o vidro, o papel e o adubo proveniente de resíduos animais e/ou vegetais.

Muito legal, não? Você quer ajudar o planeta a se tornar sustentável? Então vamos aprender a reciclar. Mas, antes de começarmos, você sabe o que é sustentabilidade?

Segundo o dicionário Houaiss, é “a condição do que é planejado com base na utilização de recursos de forma a não esgotar ou degradar os recursos naturais”.

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E agora tenho outra pergunta: você sabe o que é o origami?

O origami é a arte tradicional japonesa de dobrar o papel, transformando-o em figuras de animais, flores, objetos utilitários e geométricos. A palavra vem do japonês ori (dobrar) + kami (papel).

Em casa ou na escola, o origami é um delicioso recurso didático. Também é um excelente exercício de coordenação motora fina, atenção, concentração, memorização e criatividade, podendo ser praticado tanto por crianças como por adultos.

Na Revista CH das Crianças nº 216 – Origami na lixeira (pág. 19), eu ensinei a dobrar um saquinho de lixo com folhas de jornal. Assim a gente recicla e não polui o mundo com os saquinhos de plástico. Veja o posta aqui!

Viu só, e você estava se perguntando como vamos reclicar e fazer origami ao mesmo tempo!

Nesta edição, aproveitando a data comemorativa da Páscoa, que será no final do mês, no dia 31 de março, eu vou ensinar a dobrar uma divertida embalagem em forma de coelho, para acondicionar ovinhos de Páscoa. Eu a chamarei de Coelhinho Bocarrão!

Passo-a-passo juntos

Então, vamos aprender a dobrar, e entender o significado dos três erres:

1. refletir: pensar sobre o uso consciente dos recursos da natureza.

2. reduzir: comprar e gastar menos, somente o necessário.

3. reutilizar: utilizar os materiais descartáveis de forma criativa, dando uma nova utilizade para esses objetos, como estamos fazendo aqui, com o exemplo das embalagens!

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Materia-prima:

1. Caixas de papelão vazias, como as caixas de Sucrilhos ou de presentes, e as sacolas de papelão de algumas lojas.

Obs.: vamos usar o verso da caixa (perceba a textura do papel, não é bonito?).

2. Tesoura sem ponta para cortar a embalagem em formato quadrado. Régua e lápis.

3. Ovinhos de chocolate embalados em papel laminado.

Passo-a-passo

Foto do passo-a-passo e texto explicatico.

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Texto explicativo do passo-a-passo e confira também o vídeo com o passo-a-passo.

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1. Papel quadrado dupla face (uma branca e outra colorida, no exemplo: a cor amarela). Dobre o papel quadrado ao meio como mostra a figura tracejada.

2. Depois dobre as diagonais: pegue a ponta inferior direita e junte com a ponta superior esquerda, formando um triângulo. Faça a dobra do lado oposto também. Dessa forma teremos as marcas das dobras em formato de um X.

3. Esta é a forma conhecida no origami como a base do balão.

4. Agora iremos determinar um ponto como guia na metade da lateral esquerda da base do balão. Pegue a ponta esquerda da base, junte com a ponta superior e marque o centro. Repita a dobra simetricamente do lado oposto.

5. A partir do ponto-guia da metade do lado esquerdo, divida visualmente a metade superior em três partes e faça uma marca como guia. Dobre conforme a foto número 5.

6. Dobre o triangulo superior conforme a foto 6.

7. Volte à posição original da base do balão, como na foto 7, formando vincos de um triângulo (tracejado). Dobre para frente e para trás o pequeno triangulo superior, para marcar bem os vincos.

8. Dobre a ponta direita, volte para a foto 6. Dobre a ponta esquerda superior por cima do triangulo maior, como na foto 8.

9. Dobre a pontinha esquerda para baixo. Vá para o lado de trás, dobre a ponta esquerda. Dobre a ponta direita por cima. Dobre a pontinha direita para baixo, conforme a foto 9.

10. Volte a posição da base do balão, abrindo apenas as abas do lado esquerdo da frente e de trás. Introduza a pontinha do triangulo menor dentro do vão aberto do triângulo maior (como na foto 10). Repetir a dobra do lado de trás.

11. Agora vamos dobrar a aba esquerda sobre o triângulo de baixo e fazer outro triângulo paralelo com a base superior, como na foto 11.

12. Depois, introduza este triângulo na abertura do triângulo de baixo, como na foto 12.

13. Veja a foto 13, já formamos as orelhas do coelho. Pressione a parte interna das orelhas com o dedo indicador como na foto.

14. Abrir um pouco a parte de trás, nas extremidades, como mostra a foto 14.

15. Na parte de trás deverá formar um quadrado, como mostra a foto 15.

16. Vire a dobradura e assim teremos a cabeça do Coelho Bocarrão, como na foto 16.

17. Para abrir a boca do coelho, solte as abas que ficaram presas na orelha do coelho, como na foto 17.

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[ Matérias muito legais na Revista E do SESC ]

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Gostei muito da Revista E deste mês de abril! Recomendo principalmente as duas matérias (trechos abaixo) que me pegaram de jeito, adorei! Aí está tudo o que eu pensava mas não conseguia organizar em palavras. Parabéns para as autoras! Gostei também da matéria Fábrica de Talentos, sobre o aniversário do SESC Pompéia. Amei a linda foto (Nelson Kon) da sala de aula de cerâmica, estou tendo aulas lá, rs. O Sesc Pompéia completa três décadas como referência no campo da cultura e do lazer em São Paulo. O projeto de arquitetura foi desenvolvido por Lina Bo Bardi, que ganhou o coração dos paulistanos, inclusive o meu.

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Ah, e não poderia deixar de citar também a matéria Escrita Fina com a renomada escritora Ana Maria Machado, de quem estou lendo o livro Silenciosa Algazarra – Reflexões sobre livros e práticas de leitura, da Companhia das Letras, sobre questões urgentes da cultura do século XXI que são respondidas pela autora nessa seleção de artigos, palestras e conferências. Recomendo!

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“Ler não é natural. Aliás, nem falar e conversar são atos naturais; são atos culturais. Portanto, ninguém nasce sabendo falar, conversar, ler, escrever. Nem aprende sozinho. São habilidades e conhecimentos que precisam ser transmitidos e ensinados. A linguagem articulada não é um fenômeno da natureza, é da cultura. Vem do grupo social. Principalmente a linguagem simbólica, que vai além da simples indicação concreta e trabalha com abstrações. Cultura pura. Se ninguém ensinar, ninguém aprende.” Pág. 28. Texto apresentado no II Congresso de Literatura Infantil e Juvenil, Baeza (Jaen) Espanha, outubro de 2007.

 Trechos das matérias:

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1. Obsolescência programada – A descartabilidade de mercadorias e pessoas: consumo, obsolescência e relacionamentos humanos – por Rita Alves.

“Os relacionamentos, assim como as mercadorias, passam por um período de intensa descartabilidade. O cientista social polonês Zygmunt Bauman já apontou a íntima relação entre as práticas de consumo contemporâneas e a fragilidade dos laços humanos na atualidade. O consumo é pautado pela obsolescência planejada e pelo desejo intenso por novidades, mudanças e, principalmente, novos desejos. Para ele, a satisfação dos desejos é angustiante na medida em que nos obriga a eleger um novo objeto de desejo; aponta que atualmente “o desejo não deseja a satisfação; o desejo deseja o desejo”. Daí a sensação constante de angústia e a incessante busca por novos desejos e realizações. O mesmo acontece com os relacionamentos atuais. As relações amorosas, as amizades, os contratos de trabalho e até mesmo os laços familiares são afetados por essa lógica da descartabilidade e da efemeridade do consumo, ou melhor, do consumismo.”

Rita Alves é antropóloga, professora do Departamento de Antropologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e integra o grupo de pesquisa Imagens, Metrópole e Culturas Juvenis.

2. A era dos sentimentos descartáveis – por Cristiane Costa Cruz.

“A grande dificuldade da atualidade parece ser lidar com frustrações. Muitas pessoas se acostumaram a descontar as frustrações do dia a dia comprando. Sair de uma loja com várias sacolas pode gerar uma enorme sensação de felicidade, ainda que se compre coisas desnecessárias, que talvez nunca sejam usadas. Mulheres geralmente buscam peças de vestuário, cosméticos e tratamentos de beleza, enquanto os homens preferem produtos eletrônicos e carros. Depois, a culpa pelo consumo excessivo ainda pode ser expiada atirando-se os restos dos produtos mal utilizados na lata dos recicláveis. Para que enfrentar crises em busca de uma solução se é tão mais fácil apenas ir ao shopping center e mudar de assunto?”

Cristiane Costa Cruz é psicóloga e presidente da Associação MENSA Brasil para pessoas com alto QI (superdotados).

Para conferir as matérias clique no link da Revista E.

[ Por que 1º de abril é o dia da mentira? ]

Mundo Estranho – Revista Abril

A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574). Desde o começo do século XVI, o ano- novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril. Em 1562, porém, o papa Gregório XIII (1502-1585) instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão – o chamado calendário gregoriano – em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data. Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior – apelidados de bobos de abril – presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo.

E para relembrar !!!

[A passeata da Emília]

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Acabamos de receber e assistir ao vídeo feito pelos alunos da Escola Municipal Francisco Alves de Oliveira, orientados pelo professor de leitura do Ponto de Cultura de Estrela D’Oeste - São Paulo, em junho de 2011. Com direção de Márcio Teixeira, câmera e edição de Willian Massoni. Ele foi baseado em nosso conto A Passeata da Emília, publicado no livro Dias Incríveis da Editora Callis, continho que também foi publicado na Revista Ciência Hoje das Crianças.


Que belo presente para este fim de semana, ficamos muito emocionados com a atuação das crianças e das atrizes. O vídeo ficou muito divertido. Quando escrevemos o conto, nós imaginamos essa folia mesmo, a alegria das férias, a sensação de missão cumprida: o primeiro semestre completado.

Muito obrigado!

Márcio, parabéns pelo seu trabalho em sala de aula. Precisamos mesmo de professores que incentivem criativamente as crianças, que as motivem a ler. Novamente agradecemos a todos, e continuem fazendo vídeos divertidos e criativos.

Crianças, continuem estudando, lendo e brincando muito, principalmente nas férias.

Parabéns pra toda a turma.

Beijinhos mil e Abraços Dobrados!

Tereza e Luiz

[ Adoro caixas! ]

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Adoro caixas e caixinhas, e não sou uma gata/felina, rs! Creio que sou mais parecida com o homem que amava caixas.

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O Homem Que Amava Caixas, Stephen Michael KingBrinque Book.

“Este livro fala de maneira simples e bonita sobre o relacionamento entre pai e filho. Com ilustrações alegres e muita sensibilidade, O Homem que Amava Caixas conta a história de um homem que era apaixonado por caixas e por seu filho. O único problema é que, como muitos pais, ele não sabia como dizer ao filho que o amava.”

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Às vezes não sabemos como demonstrar os nossos sentimentos, parece que somos feitos de pedra e destituídos de qualquer emoção. Esse é um grande problema sobretudo dos tímidos, rs. Sei disso por experiência própria. Principalmente quando criança sempre fui muito tímida, e muitas vezes essa timidez fazia com que eu não tivesse muitos amigos, pois uma criança tímida parece ser arrogante e  solitária, que não quer a companhia de outros, enfim, um ser insociável.

Mas esse problema não é só de algumas crianças, os adultos também sofrem, muitos não conseguem demostrar suas emoções, como o caso do pai do menino na história.

Sei disso, sofri com a cultura japonesa, para a qual os sentimentos não devem ser demonstrados, principalmente com estranhos. No Japão existe um ditado que diz tanin doushi, reigi ari, que quer dizer entre estranhos, deve existir respeito, que traduz a maneira que os japoneses encaram a relação com outras pessoas. De fato, os japoneses são excessivamente reservados. Meu pai era um japonês bem típico, calado, turrão, rígido na educação e pricipalmente em seus princípios.

Na minha viagem ao Japão pude ver que nada mudou. Ainda hoje, neste século XXI, me pareceu estranho como eles evitam demonstrar seus sentimentos em público, são raros os casais que andam de mãos dadas, e beijos em público nem pensar, rs. Os amigos não se abraçam, no máximo dão um aperto de mão. Mas a cultura de um povo é algo que não pode ser mudado, enfim…

Voltando ao livro, amei a história e recomendo!

Aprendemos com o livro que o amor pode ser demonstrado de várias formas, não apenas com palavras, mas principalmente com atos. O principal é fugirmos do padrão, do café com leite, e tentarmos usar a nossa percepção e sensibilidade. O amor pode ser compartilhado de uma maneira especial, diferente. Acho que aprendi isso da forma mais dura e dolorasa possível, com as perdas, mas aprendi.

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Aqui deixo a dica de leitura, e de vida. Vocês irão amar o livro! Arigatô!

Espero que curtam as minhas novas caixinhas-surpresa de tsurus!

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[ A família Fermento contra o supervírus de computador atualizado conforme a nova ortografia! ]

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Foto: Tereza Yamashita

Que surpresa deliciosa! Recebemos ontem o nosso livro com a nova ortografia! Agora também com o Suplemento de Leitura! Ah, o logotipo da editora Atual foi redesenhado, parabéns! Agradecemos ao editor Rogério Gastaldo (vide mini-entrevista) e à editora-assistente Kandy Sgarbi Saraiva, que preparou, juntamente com a Miró Editorial (professora Márcia Lígia Guidin), o suplemento de leitura e o projeto de trabalho interdisciplinar. Arigatô!

Um curiosidade: a ilustradora do nosso livro, a Bruno Brito, é a mais nova escritora brasileira contrada pela Random House britânica. Ela assina o seu livro, The Lost Boys, com o pseudônimo de  Lilian Carmine! Veja que história incrível, na matéria de Raquel Cozer, colunista da Ilustrada - Folha de São Paulo.

E confiram o booktrailer do nosso livro!

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Ah, temos um personagem gato na história! Aqui, eu o fiz em origami, rs!

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[ A Páscoa está chegando! ]
 
Que tal você e os seus filhos dobrarem coelhinhos de origami (nível fácil)?
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No vídeo da Revista Crescer  eu ensino como fazer. Agora com 76 mil acessos! Curtam também a mini-entrevista que fiz com a editora da revista Cristiane Rogério.

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Ah, e não se esqueçam do nosso livro: Dias Incríveis, da Editora Callis. Dêem muitos chocolates, façam  coelhinhos de origami e presenteiam as crianças com livros também.

Nós escritores agradecemos!

E para depois da dobradura, o nosso  contito de páscoa, bem divertido! Clique na imagem para ler. As ilustrações são do Teo Adorno.

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Abaixo o diagrama de um outro coelhinho, agora de nível intermediário.

Uma ótima Páscoa. Divirtam-se!

[ Surpresa do Rio de Janeiro: chegou a Revista CH das Crianças! ]

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Depois do Carnaval, uma surpresa deliciosa! Acaba de chegar a Revista CH das Crianças242 -jan/fev de 2013! E a surpresa maior são duas páginas da revista dedicadas a um trecho do livro A família fermento contra o supervírus de computador, pela Atual Editora, livro meu e do Luiz, com as divertidas ilustrações da Bruna Brito, que faz a apresentação visual dos 22 Fermentinhos. Na revista, a ilustração é do Marco Carrilho e a ideia de republicar esse trecho do livro, que fala sobre adoção, foi da subeditora, Cathia Abreu.

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Valeu Cathia! Vi no face que você pulou muito o Carnaval aí no Rio, maravilha!

Confira  a mini-entrevista que fiz com a Cathia e com a Bianca, editoras da CH das Crianças!

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Confira também a mini-entrevista com o editor do livro, Rogério Gastaldo, da Editora Saraiva-Atual, que também é fotógrafo!

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Confira também o blog do REX, com matérias superlegais!

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Aqui o nosso agradecimento a todos, ARIGATÔ! Abraços Dobrados.

[ Ganhei uma menina!, da editora Scipione, está concorrendo ao FNLIJ 2013! ]

O Quiuí e a Érica acabam de receber uma notícia muito legal do Nelson de Oliveira, que recebe o Jornal da FNLIJ. O escritor aposentado, rs, nos avisou que a Editora Scipione enviou o nosso livro para a 39ª Seleção Anual do Prêmio FNLIJ – Produção 2012, veja a lista abaixo. Que legal! Nós, autores, Tereza e Luiz Bras, ficamos muito contentes. Arigatô! Abraços redobrados para toda a nova equipe da Scipione (Lavínia Fávero, editora de literatura infantil, e Sintia Mattar, gerente de direitos autoras). E o nosso agradecimento especial ao Adilson Miguel (confiram a sua mini-entrevista aqui), o editor que acreditou e publicou nosso Ganhei uma menina!. Estamos torcendo… dedinhos cruzados, pois estamos concorrendo com renomados escritores!

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Confiram também:  Ganhei uma menina! na rádio de Porto Alegre !

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Na lista de participantes encontramos também dois autores amigos: Luis Dill (confiram a mini-entrevista) e Maria José Silveira (confiram mini-entrevista, feita pela Érica Yamashita de Oliveira, nossa futura médica, rs!).

Depois de ler o livro, que tal praticar origami?

Aprenda a fazer um cachorrinho igual ao Quiuí. Clique aqui!

E para quem quiser encontrar alguns dos nossos livros, basta acessar esse link, ok?

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[Rascunho -  Poesia seqüestrada de Renato Rezende ]

Ilustração: Tereza Yamashita

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[ Últimas peças do curso de cerâmica da Kimi Nii no SESC Pompéia e um novo curso! ]

Ontem, dia 3 de janeiro de 2013, retirei as minhas últimas peças de cerâmica no SESC Pompéia. As peças, depois de queimadas em baixa temperatura, sempre ficam com cores diferentes. A argila shiro fica num tom rosa claro, a argila preta fica marrom e a argila branca fica num tom meio acinzentado. Agora preciso aprender sobre os efeitos da esmaltação. No dia 15, próxima terça-feira, começarei um novo curso de férias no SESC, com o mestre Eng Goan, O efeito da esmaltação em cerâmica. Êba!

Confira um post sobre os cursos dos professores-artistas:  Kimi Nii e Eng Goan.

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Fotos no facebook também, confiram.

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[ 2013: ano da serpente ]

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De acordo com a astrologia Chinesa, 2013 será regido pela Serpente. Seu início será no dia 10 de fevereiro de 2013 e seu término será no dia 30 de janeiro de 2014. A Serpente é considerada enigmática e, sob sua influência o novo ano será propício para buscar o equilíbrio entre a razão e a emoção, além de ser uma fase favorável para cultivar a reflexão e a observação. Será preciso ter metas definidas e agir com praticidade, mas de maneira planejada. Se as pessoas mantiverem o foco em seus objetivos e traçarem estratégias de ação, será mais fácil lidar com os imprevistos e surpresas de última hora que poderão surgir nesta fase.
Aqueles que souberem usar a sabedoria da Serpente poderão desenvolver seu lado mais intuitivo e ficar mais confiantes. O novo ano também trará a possibilidade de alcançar o reconhecimento dos esforços, além de favorecer a pesquisa científica, o comércio, as finanças e as atividades relacionadas a arte, beleza, pensamento filosófico, religião.

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Aprenda a fazer uma serpente (nível fácil) de origami:

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[ 2012 - 2013 ]

2012 foi um ano muito difícil, mas tudo passa, e este ano passou, sobrevivi. Aprendi muito com tudo o que nos aconteceu ou deixou de acontecer. Como sempre, a arte, em especial a cerâmica, e a literatura me salvaram e me acalentaram. Também contei com o amor e o carinho de duas pessoas muitos especiais: a Érica e o Luiz, e de certa forma a companhia doce e desinteressada do Sansão, nosso gatinho. Os amigos, professores e clientes também foram essenciais. Arigatô! Aqui deixo uma pequena mensagem e um desejo, para todos, em 2013:

PAZ e PERSEVERANÇA

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Série Frases que eu gosto!

[ Frase 9 ]

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[Fantasia]
Tudo o que anteriormente não existia, ainda que irrealizável.
[Invenção]
Tudo o que anteriormente não existia, mas exclusivamente prático e sem problemas estéticos.
[Criatividade]
Tudo o que anteriormente não existia, mas realizável de uma forma essencial e global.
[Imaginação]
A fantasia, a invenção, a criatividade pensam, a imaginação vê.

Bruno Munari

Quem é Bruno Munari?  Clique aqui.

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Confiram a exposição no Instituto Tomie Ohtake, recomendo! Adorei.

Em parceria com a 30ª Bienal de São Paulo, o Instituto Tomie Ohtake tem a honra de realizar a mostra Bruno Munari. Arte, Desenho, Design. A exposição, com curadoria de Luis Pérez-Oramas, reúne cerca de 70 trabalhos, em variados suportes e materiais, concebidos por esta figura ímpar da expressão artística do século XX. Segundo Pérez-Oramas, Bruno Munari foi referência para o pensamento curatorial que conduziu a organização da atual edição da Bienal de São Paulo.

http://www.institutotomieohtake.org.br/programacao/exposicoes/brunomunari/

Frase 7

 

Frase 5

Confiram os nossos livros que falam sobre preconceito e adoção, aqui!

[ Dia da árvore: relembrando posts antigos sobre árvores ]

1. Clique aqui 1!

2. Clique aqui 2!

3. Clique aqui 3!

4. Clique aqui 3!

5. [ Esta segunda- feira  chuvosa merece uma crônica ]

Hoje o dia amanheceu chuvoso. E acabo de me lembrar dessa crônica. Às quintas-feiras estou fazendo um curso, O que as palavras escondem, na UMAPAZ - Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz, com a professora Lygia. Está sendo muito bom: novas amizades, novas formas de pensar e um contato maior com a natureza. No próximo encontro, teremos uma aula ao ar livre, no Parque do Ibirapuera, onde a universidade tem sede. Fica ao lado do Viveiro Manequinho Lopes. Acho que vai ser muito bom, depois eu coloco as fotos, ok?

Obs: Foto do grupo. Adorei o encontro no parque, foi um aprendizado.

Crônica: Com o coração aqui no Brasil by Tereza Yamashita

Quando eu era criança, sempre imaginava que era só cavar um buraco no chão com uma pá, que eu logo chegaria ao Japão. Nunca tentei; só de pensar em cavar, morria de preguiça. Ouvia muito dizer que o Japão era do outro lado mundo, rs. Nos desenhos animados, eu sempre via uma cena divertida, onde centenas de japoneses saíam de um buraco no chão, com seus trajes coloridos e exuberantes.

Demorei quarenta e quatro anos para conhecer pessoalmente o Japão. E o Japão fica literalmente do outro lado do mundo. São horas e horas de vôo. As nossas almofadas traseiras ficam quadradas, rs, com o formato do assento, um horror! Você assiste mil vezes ao mesmo filme, vai mil vezes ao apertadíssimo toilette – toirê, em japonês. Acaba contando sua vida para o vizinho da esquerda, depois para o vizinho da direita, e ainda dá tempo de contar a mesma história pro vizinho dos vizinhos. Você dorme e acorda umas mil vezes também. Enfim, contei tudo isso pra dizer que mesmo assim eu amei o país dos meus avós. Eles fizeram parte dos primeiros imigrantes que vieram ao Brasil.

No Japão eu tive experiências maravilhosas. Passeamos por muitos jardins. Todos lindos, coloridos e muito bem cuidados. Pareciam jardins de conto de fada, tudo muito mágico. Chegamos no final do outono e no comecinho do inverno. Um friozinho gostoso, daqueles que você sente ao ficar na frente do freezer do supermercado, quando não sabe qual o sabor de sorvete levar.

Viajei com uma turma bem divertida, adoro andar em turma. É legal, não? Agente dá muitas risadas, uns se perdem do bando, e aí todos saem à procura dos desgarrados. Se alguém compra um salgadinho, todos acabam comprando também, e os que não compram, acabam roubando um teço do salgadinho de todo o mundo… Muita diversão.

O Japão é uma ilha, não sei dizer quantas vezes ela é menor do que o Brasil. No entanto, é uma das nações mais arborizadas do mundo. Lá eles cuidam das árvores como se elas fossem um membro da família. No inverno os japoneses fazem amarrações, com cordas, nas árvores mais antigas. Dessa forma, os galhos ficam amparados, e assim o peso da neve não quebra os galhos mais frágeis. Se um galho está torto e parece que vai quebrar, os jardineiros colocam um apoio. E assim os seus troncos crescem, e ficam longos e bonitos. De longe, parece que as árvores usam bengalas, rs. Pois é, as árvores de lá são centenárias, milenares. Bem velhinhas, como os nossos queridos avós.

Eu e as minhas amigas tivemos a oportunidade de apreciar uma árvore milenar, M-I-L-E-N-A-R. Ela já tinha vivido mil anos, não é incrível? É como um personagem de anime, que nunca envelhece.

A árvore era a Ginkgo biloba, o seu o tronco era bem largo, alto e elegante. A sua folhagem lembrava o formato das asas de uma borboleta, uma beleza. Na primavera as folhas ficam verdinhas, e no inverno, amarelinhas. As folhas caem suavemente, como purpurina no chão, formando um lindo tapete dourado, de asas de borboletas.

Como turista, a gente passa o tempo todo tirando fotos. Click, click, click. Eu tirei muitas fotos dessa árvore. Às vezes, parecia que ela me olhava e fazia uma pose. Parecia uma estrela de cinema.

Mas, como em todo o mundo, as pessoas estão desrespeitando as leis da natureza, fazendo pouco caso dela, e assim ela se ressente. A natureza é igual à gente, se algo nos perturba, muitas vezes fazemos cara feia, fazemos birra e reivindicamos nossos direitos. Pois é, a natureza não faz cara feia, mas tenta nos dar alguns recados. Como assim? Através do aquecimento global, dos grandes terremotos, das chuvas torrenciais, do clima instável.

Depois de alguns meses, já de volta a São Paulo, eu recebi a triste notícia. Ventos fortíssimos derrubaram a famosa árvore milenar. A gigante Ginkgo biloba perdeu o equilíbrio e caiu. Essa árvore era considerada um símbolo de paz e longevidade, por ter sobrevivido às explosões atômicas. Fiquei tão triste que até chorei, senti um aperto no coração. Mas, como em todo o mundo, as pessoas sempre dão mais valor ao que não é seu. Eu precisei sentir toda essa tristeza para perceber que aqui no Brasil também temos árvores maravilhosas e centenárias, e algumas até em extinção. Parei para pensar, e percebi que precisamos cuidar, respeitar mais a NOSSA terra, os NOSSOS animais, a NOSSA floresta, senão… Iremos perdê-los.

E eu não consigo imaginar um mundo sem árvores. Seria como um bolo de chocolate sem a cobertura, um jogo de futebol sem os torcedores, uma escola sem os professores, um livro sem as palavras e as ilustrações. Um céu sem as estrelas.

E num estalo eu me lembrei que, neste verão, com as chuvas intensas, centenas de árvores caíram em todo o Brasil. Só aqui no meu bairro foram várias, e então eu chorei. Senti outro aperto no coração, agora muito diferente.

As nossas árvores não são milenares, mas são NOSSAS, fazem parte do Brasil, da NOSSA história e das NOSSAS vidas.

Frase 4

[ 7 de setembro é o 250º dia do ano no calendário gregoriano , 251º em anos bissextos. Faltam 115 dias para o ano terminar! ]

Para comemorar e homenagear, curtam um contito que fizemos para o livro Dias Incríveis, editora Callis sobre esta importante data histórica!

Bom feriado!

[ Frase 1 ]